quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

E A CHUVA CONTINUA...

Regina vai fugir da chuva

A chuva continua. Em Minas, a situação é preocupante. Mais de cem municípios em estado crítico. Aqui amanhece e anoitece chovendo. Ontem, me lembrei do poema de Drummond - Chuva Maria ou Caso Pluvioso! O ser de enunciação se cansou tanto da chuva intermitente que acabou imbricando-a a uma Maria que também encharcava a sua vida!

Aleixo e Regina, junto à Lagoa, no Rio.
Hoje arrumei a mala para a viagem ao litoral nordestino. Sou filha de mineira e costumo cuidar de tudo com antecedência. Gosto de planejar as coisas e tenho dificuldade de convivência com as pessoas pouco pontuais. Fui criada com muita disciplina e, como boa capricorniana,  acostumei-me a  ter horário para as refeições ou para determinados programas. Além disso, o magistério, como profissão por décadas, também contribuiu para eu aprender a organizar-me em relação ao tempo...

Aleixo e Regina, no Algarve, Portugal,
em 07.09.2011.
Arthur, filho do Aleixo, está trabalhando em Macaé e não poderá estar conosco em Natal. Todavia, disponibilizou um carro para que pudéssemos viajar pelos arredores da cidade. Planejamos conhecer a pousada de nosso amigo e escritor goiano – Brasigóis Felício – em São Bento do Norte.

Já ouvi inúmeros elogios sobre o local e sempre será gratificante reencontrar o autor proprietário, cuja obra eu estudei durante a pesquisa para minha dissertação de mestrado há muitos anos atrás. 

Não sei como será a questão de acesso à internet durante a viagem, mas prometo relatar minhas impressões posteriormente...
A chuva me irritava. Até que um dia 

descobri que maria é que chovia. 

A chuva era maria. E cada pingo 
de maria ensopava o meu domingo.      
Carlos  Drummond de Andrade


segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

PERSONAGENS DE NOSSA INFÂNCIA

"Sou hoje um caçador de achadouros da infância. Vou meio dementado e enxada às costas cavar no meu quintal vestígios dos meninos que fomos". Manoel de Barros

Regina lembrando personagens bizarros
de sua infância.
Novo passeio ao túnel da infância trouxe-me à memória histórias hilárias que relembrei ao lado de meu irmão caçula - Júnior. Enumeramos juntos alguns personagens que povoaram o imaginário de nossa meninice, mas eles existiram de fato e habitavam as ruas da cidade de Goiânia, no final da década de cinqüenta e início da de sessenta.

Já citei a doida Revirinha, uma vez, em postagens anteriores. Ela não costumava tomar banhos, tampouco trocava de roupa. Ganhava peças usadas e ia vestindo uma saia sobre a outra... Mas desprezava o uso de roupa de baixo e costumava plantar bananeira no meio da rua, na frente dos curiosos que se reuniam para assistir ao seu espetáculo.

Grande Hotel na Goiânia daquela época.
Havia outra que chamávamos de Mulher da Arara. Ela andava sempre com essa ave no ombro. Pedia pratos de comida nas casas e quando mamãe lhe deu arroz com cenoura, ela ficou ofendida, respondendo que não era coelho para se alimentar com verdura e jogando a sua arara sobre a assustada Dona Didi.

Outra personagem curiosa era o Bojotinha. Ele era baixinho, todo vestido com terno completo, mesmo sujo e surrado. Ficava nas imediações do mercado central da Rua Quatro, onde hoje fica o Parthenon Center.

Lotação do centro de Goiânia a  Campinas
Outro habitante das ruas goianienses era o Luizinho Louco.  Ele costumava ficar no Lago das Rosas. Ali era o local predileto da molecada por causa dos trampolins. Quase todos os meninos aprenderam a nadar ali.

Mas havia um mendigo ilustre, culto. Ele ficava nas imediações da Casa Santa Luzia, bem perto de nossa casa. Chamava-se Aleixo como meu marido. Ele costumava conversar com meu pai que sempre elogiava sua cultura geral e questionava por que ele vivia nas ruas da cidade com todo aquele conhecimento.

Palace Hotel,em Goiânia, nos anos 50.
Naquela época um homem chamado Parateca candidatou-se à prefeitura da cidade. Sua aceitação foi tão baixa inicialmente que os eleitores votaram no bode Mimoso. Este animal também ficava no Lago das Rosas e foi eleito mesmo sem ser candidato.

Os votos eram manuscritos e a maioria da população, naquele momento, elegeu o bode em vez do nobre candidato! Parateca, fotógrafo, técnico do juvenil do Atlético e, depois, também, prefeito de Goiânia.

O Lyceu de Goiânia nos primórdios da
cidade.
Miro era também um mendigo. Cantor! Tinha uma linda voz e gostava de cantar músicas natalinas nas ruas goianienses, no início da década de sessenta.

Saudade daquele tempo mágico da infância que a gente não valorizava muito, mas cujas lembranças, hoje, enriquecem a nossa maturidade nostálgica!

domingo, 8 de janeiro de 2012

LEMBRANÇAS

Regina tecendo suas lembranças
Ontem almoçamos na casa de meu irmão Junior. Era o níver de seu genro Luciano, casado com a Pollyanna e pai da bela Sofia de um ano e oito meses. Esta logo vai ganhar um irmãozinho – Lucas - que já foi encomendado e está sendo aguardado pela família!

Conversei bastante com a minha cunhada Teresinha com quem tenho muita afinidade e lembrei-me de vários fatos da minha infância...
Regina, Aline e as sobrinhas netas:
Amanda e Sofia.
Hoje as crianças precisam de muitos brinquedos aos quais não tínhamos acesso àquela época. Assim, a gente mesmo construía as casas. Mal nossos pais saiam de casa, tirávamos toda a roupa de cama do armário e emendávamos colchas e lençóis armando cabana dentro da ampla sala da casa.

Íamos aos domingos à casa da Vovó Madalena, mãe de nosso pai. A antiga Vila Coimbra era quase rural no início da década de sessenta e a gente agia como se estivesse solto numa fazenda, explorando os campos nos arredores. Brincávamos de pique no ar e rara era a vez que a brincadeira não era interrompida devido a uma queda que escondíamos dos pais para evitar repreensão.

Clélia e Regina, no Externato São José,
em 1958.
Clélia tinha verdadeiro pavor de baratas e bateu a cabeça algumas vezes ao fugir espavorida de baratas voadoras que sempre a perseguiam.

No lote vago de nossa casa na Rua Seis construímos uma caverna que passava por baixo do muro do vizinho com o objetivo de pegar abacates em seu quintal.

Regina, Terezinha, Amanda e Sofia,
07.01.2012.
Meu pavor era de água, mas, como boa capricorniana, lutei bravamente para aprender a nadar. Numa de minhas investidas, contratei aulas no Jockey clube.
Ledice vinha de sua casa no setor aeroporto e passava lá em casa para pegarmos aula às 6h  da manhã. Isso implicava acordar às 5h e suportar o meu pavor de água fria. Lá encontrávamos com a Gracinha, colega da Clélia, que aprendeu a nadar melhor do que nós todos, mas acabou morrendo afogada ao salvar uma criança em passeio ao rio Araguaia. 

Mamãe, Tia Maria e Tio Venerando.
Eu só aprendi a nadar para a sobrevivência, depois de completar um curso depois de casada. Mas ainda tenho enorme respeito pela água e não me aventuro em locais desconhecidos!

Até os quinze anos, meu ídolo era meu primo Luiz Roberto Freitas Borges. Ele era um ano mais velho que meu irmão primogênito – Marco Antônio – e brincava lá em casa, uma vez que seus irmãos eram bem mais velhos e minha mãe era a sua madrinha. Luiz Roberto estudava línguas e eu também o fiz, ele queria viajar ao exterior e eu também o desejava, ele planejava ser diplomata e eu também o desejei por muito tempo...
 
Pollyanna, Luciano, Regina,
Sofia e Amanda.
Com ele dancei a minha valsa de quinze anos, toda empolgada e sonhadora. Ele era noivo, então, tinha inúmeras namoradas, mas isso não impedia a minha paixão platônica. Infelizmente, ele morreu de desastre de avião ao final daquele ano.

Apesar de todos os esforços das três famílias envolvidas, nunca conseguiram resgatar os restos do avião que voltava dos EUA e pode ter caído na Amazônia ou nas Guianas. 
Luiz Roberto estava com mais dois colegas: o piloto Allan Kardec, filho de tradicional família goianiense e Ronaldo, também filho do  político, como tio Venerando, o médico pecuarista goiano - Antônio Berthold de Souza -, proprietário do prédio do antigo Hotel Bandeirantes, na capital goiana.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

JANEIRO 2012


Regina, janeiro 2012.
Este ano vamos variar e estaremos nas praias potiguares. Há muito tempo a gente não passava o mês de janeiro em casa e estranhei o volume das chuvas e a invasão dos pernilongos que chegaram para valer! Todavia, mais alguns dias e voaremos para Natal!
No dia seis - dos Reis Magos – farei a simpatia da romã para atrair as boas energias da prosperidade.  Já selecionei uma linda fruta e distribuí as restantes colhidas em nossa romãzeira!

Vaíte, Álvaro, Otávio e Aleixo, em Tiros, MG.
Aleixo conseguiu consertar o telhado, pois hoje apareceu o sol que não víamos há dois dias. A piscina foi limpa e já está aquecendo para a nossa sessão particular de hidroginástica ao final da tarde. Eu pude lavar e secar a roupa suja e me sinto aliviada. Todavia, os pernilongos invadiram a chácara e temos nos mantido com as portas fechadas, observando o verde atrás das vidraças até que passe a crise!

Alguém me ligou pedindo resposta para uma questão e abri o tarô. Lembrei-me, então, do Rodovalho. Ele costumava me ligar e pedir que o ajudasse, porque não conseguia fazer a interpretação para si mesmo. Bateu aquela saudade de meu amigo e resolvi fazer uma oração por seu espírito querido.

Lucas, Gil, Helen e Nair, na bênção de Kuthumi,
na Shamballa, 11.12.2011.
Fred e eu andamos pesquisando sobre as profecias para 2012. Mas o que de fato poderá acontecer na fatídica data de 21 de dezembro de 2012? Para muitos será o dia da aniquilação da raça humana devido a uma inversão dos polos da Terra.

Isso pode ser possível devido a distúrbios nos campos magnéticos do sol que, gerando colossais tormentas solares, afetarão a polaridade de todo o nosso planeta. Consequentemente, o campo magnético terrestre se inverterá imediatamente, com resultados catastróficos para a humanidade.

Lu, Matheus, Otavio, Juju, Regina e Aleixo,
em lanche  no Mac Donald´s.
Na verdade, a crosta terrestre poderá deslizar, arremessando continentes a milhares de quilômetros de sua localização atual. Percebi que há várias teorias, desde científicas até espiritualistas e místicas. E todos são unânimes em dizer que o mundo, como o conhecemos, pode estar com os dias contados!

Todavia, acredito que será apenas o fim de um ciclo, de um paradigma da nossa civilização. E há muita gente buscando a melhoria, o crescimento integral! 

Amanda, Sofia e tia avó Regina,
na Shamballa,  01.01.2012.
Não nos resta dúvida de que a nossa civilização está à beira do colapso. Nunca estivemos mergulhados em tantas crises ao mesmo tempo: superpopulação humana, pobreza e desigualdade social, crise financeira mundial, crise alimentar, crise energética, escassez de água e petróleo, consumismo frenético, ameaças de terrorismo e guerras nucleares, o reaparecimento de doenças mortais, escândalos envolvendo políticos, quedas de governos, mudanças climáticas e o aumento impressionante das catástrofes naturais e da extinção de espécies, além do agravamento da violência e distúrbios civis.

Aleixo, Regina, Luíza e Ângelo, na Shamballa.
Qualquer um que usar a inteligência deve compreender que, independentemente das profecias de 2012 se realizarem, nossa sociedade está caminhando a passos largos em direção a uma necessidade de mudança. Basta ser um bom observador para perceber esse fato.


Jabuticabeira carregada na Shamballa,
11.dez. 2011.
Por mais absurdo que possa parecer, isso não é nem um pouco irracional. Se voltarmos no tempo, veremos que grandes civilizações também entraram em colapso quando atingiram o auge intelectual e tecnológico. De repente, elas desapareceram da face da Terra, deixando apenas perguntas sem respostas e um grande mistério. 

Mas não creio que isso ocorrerá assim, tudo já vem acontecendo gradativamente!

domingo, 1 de janeiro de 2012

PRIMEIRO DE JANEIRO


Visita aos netos da irmã Clélia, em 28.12.2011.
Esta data sempre implica reflexões! Mesmo sem querer, a gente faz um levantamento do ano anterior e planeja alguma coisa nova para o período que inicia! E foi no dia primeiro de certo ano que dei um novo rumo à minha vida, decidindo retornar às raízes depois de um espaço tempo fora... Na época, também escrevi algumas reflexões que compartilhei com poucos amigos!

Quadro pintado por meu neto Fred César.
A última quinzena foi bastante movimentada. Não tive sequer tempo para mim mesma e quase não postei aqui! Foram muitas confraternizações, a organização anual do natal de creche, visitas na Shamballa e outras que precisamos efetuar no período, a assistência ao meu neto querido que  esteve conosco por mais de quinze dias, o casamento da sobrinha Paula, ritos, mitos natalinos, obrigações da estação de festas...

Outro quadro do Frederico.
Agora ficamos sozinhos novamente. Meu filho Otávio, nora Luciana e netos Matheus e Juliana almoçaram conosco mais cedo e retornaram à Brasília. Aleixo e eu até pudemos tirar nosso cochilo.

Minha cunhada Terezinha me emprestou um livro há dias e comecei a lê-lo há poucos minutos. Ela o elogiou tanto que sei que vou gostar. É um romance histórico de cunho espiritualista!

Estivemos em Tiros, MG, por dois dias antes da finalização do ano. Minha filha Fábia está fazendo internato rural em Lagoa Formosa e não pode vir para os festejos. Otavio, Aleixo e eu fomos visitá-los, aproveitando para levar o Frederico de volta. São cerca de setecentos quilômetros, uma boa empreitada para apenas dois dias.

Mais um quadro do Fred César Castro
Todavia, foi ótimo estar lá com eles! Fábia adora receber em alto estilo! A mesa mineira está sempre pronta e repleta de guloseimas! Faz questão de usar toda a sua porcelana, tudo ricamente decorado com forrinhos de crochê, velinhas coloridas e perfumadas, acesas em cada cantinho! Muito lindo e carinhoso!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

ANTES DO NATAL 2011

Paulina e Thiago horas antes do enlace.
Frederico está conosco há pouco mais de uma semana e tenho estado ocupada levando-o para consultar médicos, psicóloga e  até ao podólogo. Ele tem gastrite e quer perder peso, além de problemas com unhas encravadas. Cada médico pede inúmeros exames, a podóloga cortou as suas unhas encravadas e marcou curativos que implicam viagens e mais viagens ao Dr. Scholl. Enquanto isso a gente curte engarrafamentos no trânsito da estação natalina, sem estresse!

Festa de alunos de medicina da UNIPAC - Araguari.
Fred está doido para terminar tudo e poder viajar para Minas. Gostaria que ele fosse para a praia conosco em janeiro, mas ele não se entusiasmou, nem quando lhe prometi levar alguém de sua idade para fazer-lhe companhia... E vou respeitar a sua vontade, mesmo pesarosa!

Ontem, a sua avó, tia paterna e primos vieram visitá-lo e o convidaram para ficar um dia com elas, mas ele não quis. Ele não nos dá trabalho, está sempre aparentemente tranqüilo, distraindo-se com jogos no computador e a TV. Todavia, sempre que possível eu o envolvo nas minhas ocupações ao que ele adere sem problemas.

Frederico jogando on line, dezembro 2011.
Hoje é o casamento de minha sobrinha Paula e estamos torcendo para São Pedro cooperar, reduzindo a chuva à noite. Ela acaba de publicar no facebook que Thiago lhe mandou entregar flores no salão! Ainda existem noivos românticos, sobretudo, quando apaixonados!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

CHURRASCO NA TIA CLÉLIA


Aleixo, Celina, Clélia, Sônia, Regina e Luíza.
Ontem estivemos em um churrasco na cobertura de minha irmã Clélia. Ela e minha sobrinha Priscila reformaram todo o espaço superior e o inauguraram com a presença de familiares. A reforma ficou excelente, conseguiram aliar o bom gosto à funcionalidade!

Estava tudo delicioso!Pri contratou um churrasqueiro renomado que agradou a todos com sua competência e criatividade. Vicente tem até um blog de gastronomia e responde a cada questão com propriedade. Para acessar o blog de churrasco do Vicente clique: www.fotolog.com/gastronomus

Renata, Regina e Celina, em 18.12.2011.
Como não bebo, nem como demais, tive tempo para refletir sobre o que ingeríamos e lembrei-me das orientações do nosso querido Doutor Imar! Não é difícil encontrar carne orgânica, mas ela tem que ser assada eletricamente, porque o carvão emite gás carbônico.

Na realidade, a diferença entre gastronomia orgânica e a convencional vai além do modo de cultivo dos alimentos. O sabor e o valor nutricional oferecido por eles não é semelhante. Aliás, esse é um dos motivos pelos quais essa culinária atrai, a cada dia, novos seguidores.

Especialista Vicente e Regina observando costela
uruguaia.
Essa é uma gastronomia com produtos sem agrotóxico, cuja adubagem é também orgânica e seu solo é mineralizado com antecedência. O mais importante é que ela é mais rica nutricionalmente e é toda cultivada em harmonia com o meio ambiente. Até a água da rega é supervisionada.

Além disso, existe uma combinação de plantas cultivadas no mesmo solo, plantas que combinam e se ajudam. Não é igual à monocultura, que é tudo uma coisa só. O cultivo orgânico é feito por muitas pessoas, sem máquinas, dá mais trabalho. Por isso, o alimento é vendido mais caro e é mais difícil de ser encontrado.

Priscila, Tia Ré e a  noiva Paulinha, 18.12.2011.
Hoje, em algumas feiras de rua já existe a parte orgânica. Há projetos das secretarias de abastecimento visando à multiplicação desses produtos. Aqui em Goiânia há possibilidade de encontrar alimentos orgânicos menos caros. Dá mais trabalho, claro, não se pode ter preguiça de ir às compras e procurar.

Todavia, a diferença entre a gastronomia convencional e orgânica é, sobretudo, o sabor. E, nutricionalmente, a orgânica é muito mais rica. Se a gente comer orgânicos por três meses, o paladar ficará limpo e a gente vai perceber a diferença de sabor. Poderemos perceber o gosto real do alimento, o quanto o tomate é doce, a alface, a manga.


Renata, Tia Regina e Flavinha.
Infelizmente, estamos acostumados com agrotóxicos. Isso faz com que a gente perca até 40% do paladar. Estamos adormecidos, não sentimos mais o real sabor, estamos contaminados pelos conservantes. Por isso, estamos adoecendo cada vez mais.

A culinária orgânica é contra o preparo no micro-ondas, porque há pesquisas seriíssimas realizadas na Espanha e na Suíça, que apontam que o micro-ondas aquece de dentro pra fora, ele age na molécula do alimento. Até hoje ninguém sabe o que acontece na comida e para onde vão os minerais e antioxidantes.

Rafael, Victoria, Ângelo e Carolina aproveitaram
a piscina.
Além disso, o micro-ondas queima todos os nutrientes dos alimentos. Essas pesquisas mostram que as crianças estão perdendo a memória por causa do micro-ondas. Desde pequenas, têm seus leites aquecidos ali. Para quem não quer perder tempo, a dica é utilizar forno elétrico que é tão rápido quanto e traz menos efeitos nocivos à saúde!

De qualquer forma, um pecadito de quando em vez traz equilíbrio ao ser humano e falar em churrasco orgânico ainda é preocupação de elite, uma vez que ainda se morre de fome!