terça-feira, 7 de agosto de 2012

MEDITAÇÃO NAS RODOVIAS


Aleixo e Regina, no Arpoador.
Adoro viajar. Para mim, isso constitui verdadeira meditação! Aleixo dirigiu sozinho desta vez, mas não abro mão de copilotar o veículo. Ele não se importa quando chamo a sua atenção em relação à velocidade ou o lembro de algo óbvio. Bom companheiro, cúmplice de tantas aventuras!
Juju, Lane, Rita, Helen e eu, jul,12. 
Saímos da chácara no domingo, passamos por Caldas, Araguari, Uberlândia, pegamos a Anhanguera, a Dom Pedro, a Dutra, parando para dormir em Pirassununga, São Paulo. 
Lá se hospedava também a dupla João Neto e Frederico que voltava de gravação no Projac! 
Nesta época os ipês estão floridos em cores várias - rosa, amarelo e roxo.  
Fábia, Vaíte e Regina.
É linda a paisagem que ainda está verde por causa das chuvas que se prolongaram neste ano. E como há plantações de cana de açúcar em São Paulo! Gosto do tom verde e do cheiro que aromatiza o caminho que percorremos!
Paramos algumas vezes. A Graal é a melhor e mais completa rede de postos de serviço nas estradas brasileiras e a gente encontra muitas unidades em Minas, São Paulo e Rio. 
Juju, vovó Regina e Teteu.
Quem viaja sabe a importância de encontrar tudo o que precisa e fazer um breve descanso em lugar agradável e seguro.
As taxas de pedágio são muitas. Quatorze. Somamos mais de cem reais ao longo dos quilômetros percorridos. Mas é possível vir por Minas e gastar menos, com fizemos em viagens anteriores.
Todavia, gosto muito do estado de São Paulo, região com que me identifico bastante. Pirassununga é uma cidade muito simpática e o hotel Othon Suítes é novinho e bem agradável.
Lu, Otávio e Regina.
Encontramos nosso apartamento, no Rio, limpo e organizado. Heleno Godoy, a esposa Luci e a filha Mariana estiveram aqui antes de nós e lhes agradecemos o carinho cuidadoso com o nosso lar carioca.
Ao longo do caminho, mantive contato com a Keila Matos que gentilmente revisa meu novo livro - Confidências de uma Blogueira. Minha irmã Clélia me manteve informada sobre a recuperação do irmão Júnior, em Goiânia.
Vera, Annunziata, Regina e Luzeni.
Agora lembro-me com saudade dos netos que não encontrarei nesta temporada na praia. A convivência frequente do mês das férias escolares me deixou mal acostumada.
Como viemos de carro, pensamos realizar passeios pelos arredores. Aleixo quer encontrar primos em Itaguaí e Saquarema e, talvez, a gente volte por Barretos, passando pela festa do peão, no final de agosto. Aqui  também queremos reencontrar alguns amigos... 

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

TIO VENERANDO


Regina, 2012.
Tio Venerando teve papel relevante na minha família. Era casado com minha tia paterna e amigo inseparável de meu pai muito antes de eu nascer. Sei que foi ele quem pediu a mão de minha mãe em casamento, costume da época.
Minha mãe afirmava que as festas do início de Goiânia não tinham graça se ele não comparecia. 
Tio Venerando Freitas Borges
Tinha um humor incrível, boa aparência e dançava divinamente. Mamãe dizia que as mulheres suspiravam por ele disfarçadamente. Mas ele era verdadeiramente apaixonado por minha tia e, para ele, ela sempre constituiu modelo de virtudes e beleza!
Era raro o dia que ele não nos visitava em casa e eu tinha uns cinco anos quando ele começou a ensinar-me a dançar! Tio Venerando dançava valsas e tangos como poucos!
Sempre trabalhou muito e defendia a educação e a honestidade com afinco! Uma vez soube que um neto não seguia seu exemplo de idoneidade. Quando foi testado, respondeu que o tratassem com a lei e esquecessem seu parentesco.
Maria Araujo Freitas Borges
Venerando teve uma vida interessantíssima. Foi prefeito por 14 anos no primeiro mandato, não foi um político ladrão. Nunca teve amante. Perdeu cinco dos seis filhos. Passou por duas ditaduras, em 1930 e 1964. Foi secretário da Fazenda, contador geral, deputado estadual, presidente do Tribunal de Contas, diretor da Assembleia Legislativa, prefeito novamente em 1950. Tinha mais de 30 carteiras funcionais. Sobreviveu a acidentes de avião, mas perdeu o filho caçula e um genro em desastres aéreos.
Minha prima Nizinha, sua única filha que o sobreviveu, foi minha professora de piano. Ela sempre se destacou na sociedade goianiense por sua elegância e educação, sendo muito conhecida e respeitada por sua escola Yufon.
Cunhada Hermínia Araujo
Nize me levou amavelmente aos primeiros bailes da adolescência. Quando me casei, em 69, seu marido Agenor me conduziu ao altar representando meu pai.
Eu poderia escrever um livro resumindo todas as histórias familiares nas quais meu Tio Venerando atuou junto com meus pais, irmãos, tios, avós, primos... Sempre admirei a sua força, gostava tanto dele! Era muito prazeroso conversar com ele, ouvir as suas histórias nos últimos anos de sua existência terrena!
Na infância, lembro-me de seu sítio na estrada de Hidrolândia em que me encarregaram de colher as jabuticabas mais altas e subi com uma lata de 20 litros. Comi tanta jabuticaba que passei mal o dia todo e durante anos não consegui nem provar a nossa frutinha...
Didi, Marco e José Araujo, cunhado e
amigo de Venerando.
Lembro-me de quando ele ia a nossa casa se aconselhar com papai ou buscar seu ombro na série de conflitos que enfrentava a cada vez... De um de meus primos envolvido com galos briga ou em sua lambreta, a exemplo do mito James Dean, da juventude da época... Da doença de minha prima Éclair que partiu aos 32 anos deixando cinco filhos pequenos... Do acidente do primo Luiz Roberto que desapareceu com mais dois colegas em viagem de avião em 63...Da morte precoce de filhos, genro e neto entre tantos outros dramas vividos por meu tio.
Minha mãe, tia Maria e tio Venerando.
Depois que papai morreu, ele nunca mais conseguiu frequentar a nossa casa. Um dia mamãe lhe cobrou a ausência e ele chorou ao explicar que ainda não conseguira superar a partida do amigo!
Uma das últimas festas familiares a que compareceu foi o casamento de minha filha Fábia em julho de 93. A gente não sabia, mas ele partiria meses depois, na véspera de meu aniversário, quando eu corrigia provas do vestibular da Federal.
Vovó Maria, sogra de Venerando
Quando eu terminei o segundo grau, eu já falava inglês e francês, seguindo o exemplo de meu primo e ídolo Luiz Roberto que faleceu no mesmo ano em que dançou comigo a valsa dos meus quinze anos.
Eu gostava muito de ler, escrever, mas tinha dúvidas sobre a escolha da graduação. Ele foi taxativo! Possivelmente logo eu me casaria e teria filhos. O magistério me daria maior flexibilidade para conciliar a vida profissional e familiar... Segui seu conselho!
Vovô João Araújo, seu sogro.
Um dia eu lhe contei que queria escrever a história de minha família, destacando a vida de meu pai que muitos perderam a chance de conhecer fisicamente. Ele aconselhou-me a fazê-lo logo. 
Confessou-me que também havia tido essa ideia, mas foi adiando e, quando o percebeu, o tempo havia passado. Prometi que o faria, mas também fui adiando... 

terça-feira, 31 de julho de 2012

MEMÓRIA DA CASA DA RUA SEIS



Natal na Creche Casa do Caminho,
dez. 2011.
Estamos aguardando o término do movimento dos caminhoneiros para iniciar viagem e  ultimando preparativos que antecedem essas ações. Assim, temos procedido as visitas necessárias aos amigos e familiares.
Ontem foi aniversário de meu irmão Junior e também visitamos a irmã Sônia que passou por recente procedimento cirúrgico. Tentamos, ainda, conhecer o Lucas, neto do Júnior, mas eles haviam saído e ficou para nova oportunidade.
Casa da Rua Seis, em 1962.
Interessante constatar a impressão que às vezes passamos a outrem. Há algum tempo me surpreendi com o que um primo pensava a respeito de mim mesma e da família Araújo. Passei a conviver com ele no trabalho editorial e pudemos  nos desvelar e construir genuína afeição. Gosto muito do Laerte!
Hoje visitei a Telma, amiga de minha adolescência, e me surpreendi com as ideias equivocadas de poder que ela tecia sobre mim e nossa família. Acho que a gente peca pela falta de humildade e repassa valores distorcidos.
Casa personagem de nossa memória!
Telma Morais é escritora e artista plástica. Quis doar uma mini-floresta – arvorezinhas enfeitadas com anjos – para a Creche Casa do Caminho, com o qual colaboramos e estivemos lá por momentos, observando os seus trabalhos e a sua enorme criatividade e simpatia.
Mas passamos pelo centro de Goiânia e vimos a nossa velha casa da Rua Seis. Claro que eu não vejo o imóvel desfigurado como se mostra atualmente!  Muitas lembranças me afloraram à mente frente à sua visão. Ela ainda é a casa que povoa os sonhos de todos os membros da família.
Regina e seu irmão Júnior, 2010.
Eu vivi ali até os dezenove anos, pouco antes de me casar. 
Uma vez, em terapia, perguntei ao psicólogo por que esse espaço ainda tinha tanta importância em nosso inconsciente... Não me lembro mais do que ele respondeu, mas  sei que aquela casa foi muito importante na criação, formação e crescimento do grupo familiar sintonizado  em sua energia!

domingo, 29 de julho de 2012

CONVIVÊNCIA FAMILIAR EM JULHO


Rita, Edison, Aleixo, Regina e Lane.
Parte expressiva da qualidade de vida e da saúde integral está nas relações afetivas interpessoais. Incluem-se nessas relações não apenas o casal, a família e os amigos próximos, mas todos aqueles com quem convivemos. 
Neta Juju, Lane, Rita, Helen e Regina.
A família é responsável pelo ambiente  em que se desenvolvem as estruturas psíquicas. É também onde a criança forma sua identidade e amadurece emocionalmente. A família estabelece as funções e a hierarquia entre seus membros. É o espaço de confrontação de gerações e onde homens e mulheres manifestam suas diferenças, relações de poder, nível de crescimento em todos os sentidos.

Meus compadres Marcos e Helen.
Nem sempre é fácil o entendimento entre os membros da família. A rápida evolução da sociedade frequentemente gera conflitos dentro da família e fora dela. É compreensível e natural que os jovens e os adultos tenham uma visão de mundo diferente. 
Nair, Helen, Lei, Otávio, Rita, Edilson, Lu
e Pedro.
O conflito entre gerações sempre existiu. 
Seria surpreendente se um adolescente pensasse como uma pessoa madura. Os jovens têm impulsos de rebeldia quando começam a formar seus próprios valores. Todavia, com o passar dos anos compreendem que os pais tinham razão em aspectos dos quais discordavam no passado.

Juliana, seu coelhinho e Lu na rede.
A experiência de vida e o amor dos pais pelos filhos são fatores importantes para o bom relacionamento familiar. Compete aos pais facilitar esse relacionamento com flexibilidade e espírito jovial. Educar com liberdade e ensinar a administrá-la com responsabilidade é a melhor forma para desenvolver a confiança e consolidar a amizade entre pais e filhos.

Aleixo, Juju, Regi, Vaíte, Fábia, Lu e
Abadia.
Alguns conflitos são inevitáveis, mas muitos podem ser solucionados com  diálogo e respeito mútuo. A comunicação entre pais e filhos exige escuta atenta, livre expressão de sentimentos e busca ativa de entendimento mediante negociação e compromisso. Não é fácil desenvolver a habilidade de comunicação, mas trabalhar para isso produz recompensas imediatas, a médio e a longo prazos.
Festa julina na Shamballa, 21.07.2012.
A forma de comunicação tem um impacto muito grande na saúde física e mental dos membros da família, pois influencia na maneira como as pessoas lidam com as emoções. Pode afetar as atitudes, a autoestima e a reação a situações estressantes. 

Atualmente, um dos maiores conflitos entre pais e filhos se dá no aspecto material. O pai e a mãe que não dedicam muito tempo e atenção aos filhos, acabam tentando compensar sua ausência com recompensas materiais. Esses pais desconhecem que as crianças não desenvolvem suas relações apenas em termos de tempo, mas também pela forma como se desenvolvem essas relações.
Bel e Ana Helena, filha e neta do Lei.
Os pais que têm dificuldade de demonstrar afeto reforçam ainda mais os conflitos. Pois, sabemos que a criança que percebe o sentimento de culpa ou a dificuldade dos pais em demonstrar afeto poderá manipular e fazer chantagem emotiva para obter mimos ou regalias.
Atualmente, as famílias não são formadas apenas por pais, mães e filhos. Há diferentes núcleos. Existem mães e pais solteiros, filhos que precisam conviver com novos parceiros dos pais, avós que criam netos, casais separados com filhos e até casais homossexuais que adotam crianças.

Mamãe Germana e as netas da Celina.
Pais saudáveis são aqueles que veem a educação e os conflitos familiares como algo que requer sabedoria, dedicação e amor para lidar com tão complicada tarefa. Os relacionamentos saudáveis não acontecem de forma mágica. É necessário respeito mútuo e reconhecer que as pessoas são únicas e diferentes. São essas diferenças que as tornam especiais. Há necessidade de reflexão e tranquilidade para manter o equilíbrio de forças antagônicas que existem nas relações familiares.

Nora do Aleixo e seus alunos em Natal, RN.
O mês de julho está acabando e estou satisfeita com toda a convivência familiar  com que fui agraciada neste período. A presença dos filhos, genro, nora, netos, irmãos, sobrinhos e amigos foi deveras gratificante! Agradeço a cada um e ao cósmico a oportunidade de troca afetiva e aprendizagem. 

quarta-feira, 25 de julho de 2012

NO TEMPO CERTO



Aleixo e Regina, na Shamballa.
Sei que a pessoa verdadeiramente feliz não se altera porque as coisas acontecem de um jeito ou de outro. Ela mantém os seus desejos e as suas repulsas de lado e olha todas as coisas com a mente serena.
Mas ainda não cheguei lá! Corro muito mais que deveria, tenho uma necessidade de perfeição, uma ansiedade boba que luto por superar, sem sucesso, por enquanto.

Aleixo, Juju, Regina, Vaíte, Fábia, Lu  e
Abadia.
Todavia, acredito realmente que, no tempo certo, estaremos felizes. Não estaremos emocionalmente agitados, mas teremos  paz sem ansiedade, sem medo ou raiva, aceitando harmoniosamente tudo o que nos acontece, contentes e imperturbados.

Filhos e netos na piscina da chácara.
Este mês de julho tem sido muito agradável. Espaço tempo de congregação familiar! Fábia, Vaíte e Frederico estiveram aqui por três semanas antes de retornarem a Minas.  Neste período recebemos inúmeras visitas e até conseguimos reunir três dezenas de familiares na festa julina do último sábado.
Os netos Matheus e Juliana.
Minha nora Luciana e os netos Matheus e Juliana têm passado os dias na Shamballa e é muito bom curtir a presença das crianças. Na próxima semana eles devem retornar às aulas em BSB e nós à rotina dos aposentados viajantes.

domingo, 22 de julho de 2012

FESTA JULINA NA SHAMBALLA



Regina, Aurora, Clélia e Breno.
As festas juninas costumam homenagear três santos: Santo Antônio, São João e São Pedro. Elas tiveram origem na região da França, no século XII, com a celebração dos solstícios de verão, uma vez que o dia mais longo do ano - 22 ou 23 de junho – eram também as vésperas do início das colheitas. Entretanto, elas não comemoradas apenas nos dias dedicados aos santos. No nordeste, por exemplo, todo o mês de junho é celebrado com muita festa.
Neta Juju e sobrinha neta Carolina.
As festas juninas contam com danças como a famosa quadrilha, o estilo de roupa são as famosas roupas caipiras, sendo coloridas tanto as indumentárias femininas como as masculinas.  As meninas pintam o rosto, amarram o cabelo. Os meninos colocam bigodes e chapéus, as comidas típicas são o quentão, a pipoca, maçã do amor, o algodão doce, vinho quente, doces como cocada, pé de moleque, doces de milho como bolo, curau e pamonha. Canjica é um dos preferidos, cuscuz, arroz doce, batata doce, entre outros.
Família reunida na chácara.
A diferença que existe entre a festa junina e a festa julina é que uma acontece em junho e a outra em julho. Alguns celebram o dia de São Cristóvão, outros porque não deu tempo de fazer em junho e celebram em julho;  ainda por ser também um mês mais frio.
Este ano convidei irmãos, sobrinhos, filhos e netos para nossa festa julina. Disse que homenagearia Santo Aleixo, que deu nome ao meu marido! Mas a verdade é que adoro festas, especialmente as festas simples em quem se reúnem os familiares em ambiente de alegria harmoniosa.
Fred, Regina, Vaíte, Fábia e Lei.
Para o almoço, preparei arroz com linguiça e pequi, uma salada caprichada, uma caldeirada de peixe com mamarão, feijão, mandioca entre outras coisas. Mas assamos milho e batata doce na fogueira. Clélia trouxe cural de milho verde e o pão para o cachorro quente, preparados cuidadosamente na panificadora de minha sobrinha Priscila.  Por isso comemos o dia todo! Comprei milho de pipoca, vários tipos de doces e uma seleção de fogos de artifício para as crianças. Correu tudo muito bem!
Festa Julina na Shamballa, 21.07.2012.
Havia muitas crianças: meus netos Juliana e Matheus, Luís Henrique, amigo do Teteu. Meus sobrinhos netos: Carol, Melissa, Breno e Aurora. Os irmãos: Clélia, Júnior, Celina; Marco Aurélio, Davi, Leandro, Monique, André, Guilherme, Thiago, Paulinha, Fred, Luciana, Otávio, Pedro Henrique, Fábia, Vaíte, Laura, Luís César, Aleixo e eu.
Casal 26 junto à fogueira!
Hoje minha filha Fábia, o genro Vaíte e o neto Frederico retornaram a Minas, depois de três semanas conosco.  A casa fica vazia. Ainda bem que Luciana, Otávio e as crianças vieram para o almoço e nos fazem companhia até logo mais! Depois do almoço recebemos a visita dos compadres Marcos, Helen e de meu afilhado Lucas, para felicidade do Matheus. Os dois meninos brincaram juntos até a hora de despedida ao anoitecer!

sexta-feira, 13 de julho de 2012

OS PORQUÊS DO ALEIXO



Aleixo, Regina, primos Dedê e esposa.
As crianças costumam indagar sobre os porquês de cada coisa e, às vezes, até nos deixam embaraçados ou sem respostas! Minha neta Juliana está nesta fase e também a sua priminha Victoria. Matheus já tenta responder o que pode quando está próximo, utilizando-se de sua experiência de oito anos!

Aleixo e o primo vereador João Muniz.
Aleixo lembrou-se dessa fase de sua infância e nas múltiplas perguntas  que fazia a seu pai! Seu Sílvio respondia sempre, mesmo se não soubesse explicar. Ele o fazia com a enorme criatividade, meio gozadora,  de seu humor inteligente.
Uma vez Aleixo lhe perguntou por que as lâmpadas acendiam. Ele respondeu que o fio elétrico era oco e por dentro corria querosene, propiciando a luz à semelhança das lamparinas conhecidas pelo Lexin.

Aleixo e o sobrinho Rodrigo.
Indagou por que a linha do trem era comprida. Seu pai lhe disse que era por que os trens tinham os pés redondos! Aleixo achou lógico e aceitou!
Também quis saber por que o rio corria para um lado e não para o outro. Seu Sílvio não titubeou. Respondeu que o mundo era tombado para aquele lado!