domingo, 13 de novembro de 2011

ELIXIR DA JUVENTUDE


Regina, no Rio de Janeiro, 30.10.11.
Levantamos cedo e fizemos uma caminhada depois de alimentar os bichos e tomar a coalhadinha caseira matinal. Há uns dois anos, eu arranjei uma gastrite e fui a dois gastros, tomando medicação específica, sem resultado de cura.

Então, consultei o Dr. Imar que me aconselhou largar os remédios e fazer uso de algumas coisas como a coalhada em jejum, azeitonas pretas, azeite de maçã, entre outros. Nunca mais tive problemas e me acostumei à dieta, sentindo falta quando não tenho coalhada no desjejum.

Minha romãzeira parece árvore de natal natural.
Minha romãzeira está com dez lindas romãs. O suco deste fruto é ótimo para combater certos males da saúde e ainda serve como antioxidante. 

Dizem que a romã ajuda a retardar o envelhecimento do DNA. Ainda, que romã está associada à prevenção de doenças cardíacas, alívio do estresse, melhora da vida sexual e agora ela acaba de receber o status de elixir da juventude.

Minhas irmãs gêmeas: Luiza e Celina, na Shamballa.
Um estudo de um laboratório espanhol  constatou que ela pode tornar o processo de envelhecimento do DNA mais lento. Os dados são de um jornal inglês. Soube que alguns cientistas forneceram a 60 voluntários, diariamente e ao longo de um mês, uma cápsula com extrato da fruta inteira, medula, casca e sementes.

Imagens de romãs maduras.
Depois, compararam os exames de urina deles com os de um grupo que recebeu placebo. Nos que lançaram mão da fruta, constatou-se uma diminuição significativa do marcador 8-Oxo-DG, associado a danos celulares, que podem causar deficiência no cérebro, músculo, fígado e rim, além de envelhecimento da pele. A pesquisa foi financiada pela empresa fabricante de suco Pomegreat, do Reino Unido.

Foto do Cristo, no Rio, registrada pela
Eunice Vicenzi.
Eu aprendi com minha mãe a colocar os caroços da romã dentro do vinho rosé e tomá-lo aos golinhos, sempre que me lembro. Tomara que faça efeito!

Bem, os netos de Brasília só chegarão à Shamballa amanhã...Mas conversei à tarde toda com minha filha Fábia que está em Tiros!

E recebemos a visita de um ouriço cacheiro que provocou reboliço com a  cachorrada. Eles correram tanto atrás do bicho que aparedceu aqui no pátio que nem consegui ver direito o que era. No susto, o ouriço deixou o espaço cheio de espinhos e imagino que esteja em cima de uma das árvores, esperando a calada da noite para escapar...

sábado, 12 de novembro de 2011

12 de novembro na Shamballa


Aleixo e Regina, no Rio, em novembro 2011.
Hoje amanheci com saudade de curtir a nossa chácara e nem caminhamos pela manhã, conforme havíamos planejado. Após o desjejum, quis cuidar das plantas, assim que alimentei o papagaio Apolo!

Ontem tive consulta com o Dr. Imar Crisogno, nosso médico naturalista. Como é bom reencontrá-lo! Imaginem que esta consulta foi marcada desde janeiro. Cheguei lá pouco depois das nove horas e mesmo sendo a segunda da fila, só voltamos depois das 15h.

Meu filho Otávio, neto Frederico e a nora Luciana. 
Apesar da demora, sei que vale a pena persistir, confio nele em todos os sentidos, e, afinal, esta espera  só acontece uma vez ao ano. Ele nos convidou para o lançamento de seu novo livro – Energia.

Cedo andei pela chácara observando tudo, molhei os vasos e o jardim, plantei mudas, podei plantas, encantada com a exuberância própria da época.

Ângelo e Matheus pescando no riacho de Shamballa.
Adoro apanhar pitangas nos pés e sempre que passo por eles, paro um pouco e degusto as frutinhas doces e encarnadas.

Aleixo resolveu consertar o automático do portãozinho.   Ontem a Laura não conseguiu fechá-lo totalmente ao sair e as cachorras fugiram, voltando apenas à noitinha.

Abriram um novo restaurante caseiro na GO 020 a dois quilômetros antes daqui e devemos experimentá-lo no almoço.  

Minha neta Juliana adormecida na rede  aqui
na chácara.
Recebi mensagem da Fábia que se encontra com Vaíte e Frederico em Tiros,  aproveitando o feriado e ultimando o certificado de reservista de meu neto.

Amanhã receberemos meu filho, nora e netos na Shamballa e comprei macarrões novos para usarmos na piscina. A água está morninha e temos nos deliciado, ao final de cada tarde, simulando exercícios de hidroginástica.

Pensei escrever sobre a data de ontem, mas desisti. É que, como estudante de astrologia, sabia que não havia nenhum aspecto digno de nota, neste dia, especificamente.

Aurora, sobrinha neta linda, com quase 06 meses!
Todavia, compartilho a ideia de que estamos mesmo no período de transição planetária, preparando para gradativamente passar de planeta de expiação para planeta de regeneração. 

Só que isto não se realiza com um golpe de mágica, mas, passo a passo, como vem acontecendo.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

LEMBRANÇAS DA HELGA


Helga, Aleixo, Regina e Tia Dione, em Pirinópolis, junho de 2002.
Recebi uma mensagem de parente da Helga e bateu aquela saudade de minha amiga que foi embora tão precocemente, em janeiro de  2003. E quis escrever sobre as lembranças que tenho dela...

Lembrei-me de quando ela era solteira e desfilava graciosamente pela rua seis onde morávamos. Meu pai ficava sentado no alpendre, atrás das azaleias, jasmins, numerosas roseiras do jardim, mas avistava todo o movimento da rua. Ele gostava muito de admirar a sua passagem e uma vez eu o ouvi dizer romanticamente que numa próxima encarnação queria se casar com alguém assim como a Helga!
Aleixo, Regina, Helga e sua tia Dione, ainda em Pirinópolis, 2002. 


Mais tarde, Bené, Clélia e eu a admirávamos quando ela fez amizade com o pintor estrangeiro Peter que morou em sobrado defronte à nossa casa... Nossa vida era muito restrita e sonhávamos com aventuras, ainda platônicas, que imaginávamos que ela vivia pelo fato de ser um pouco mais velha que nós!

Lembro-me  de outra vez em que passei pelo exame de intercâmbio do AFS e ela não envidou esforços para que eu conseguisse realizar o meu sonho de estudar nos EUA...

Ricardo Abrahão, Helga e Andreia, no meu ap de Sampa,
2001.
Quando a Helga marcou seu casamento, eu lhe dei de presente uma camisola colorida que havia trazido dos EUA meses antes. Quando se separou, o Eduardo não permitiu que ela trouxesse nada e ficou por lá com tudo mais... Ela voltou silenciosa e meiga como sempre, apesar de ferida em seus múltiplos corpos!

Então, nós nos lembramos de que eu havia feito seu bolo de casamento e colocado o tradicional par de bonecos noivos em cima. No dia, eles caíram e quebraram. Quando o casamento não seu certo, ela se lembrou do fato e disse calmamente que a gente havia sido avisada, mas não entendeu à época.

Foto clicada pela Helga na Igreja de Pirinópolis, 2002.
Lembro-me, ainda, de seu segundo casamento com o Uárian e as acrobacias que ela fazia para ficar grávida. Nossas longas conversas zelando pelo sono de meus filhos pequenos no quarto da chácara, enquanto o marido tocava piano e assava os patos na grelha, regado a bastante cerveja...

Lembro-me do dia em que a acompanhei ao hospital da Rua 24 do centro para ela fazer exame que possibilitaria a anulação de seu primeiro casamento. Ela perdeu o laudo no caminho de volta e ficamos deveras sem graça, desistindo de buscar uma segunda via.

Meus filhos Otávio e Fábia, em 1975.
Lembro-se das fraldas incrementadas com que ela presenteou meu filho Otávio bebê. De nossas caminhadas pelas ruas da cidade, enquanto conversávamos sem parar... De seu carinho quando minha filha saiu de casa e ela me dispensou seu apoio emocional como sempre!

Lembro-me de quanto ela me ajudou a vida toda. A cada vez que eu precisava, ela estava lá, me apoiando fraternalmente e a todos por quem eu pedia. E quantas vezes combinávamos almoços em self services apenas para colocar a conversa em dia! Sua presença harmonizava qualquer ambiente!

Ainda, Tia Dione,  Helga, Regina e Aleixo.
No casamento de minha filha eu precisava de um par para a Madrinha Helga. Era dia 17 de julho de 1993. E a apresentei ao Ricardo. Foi um reencontro. Eles nunca mais se separaram...

Lembro-me de quando ela e o Ricardo foram me visitar em Sampa. Eu os fiz caminhar até o Ibirapuera e ao final do passeio,  errei a saída e acabamos tendo de pegar um táxi, extenuados de cansaço.

No Mosteiro de São Bento, Ricardo começou a tocar num piano da igreja e quando algumas pessoas se aproximaram com curiosidade, a Helga o chamou de padre para que ninguém estranhasse... A gente ria de tudo quando estávamos os três juntos! Também fui encontrá-los na fazenda em Três Corações e compartilhamos grandes momentos.

Nossa casa na esquina das ruas  seis com a cinco por onde  Helga
passava diariamente até 1967.
Lembro-me dos meus desmaios durante as sessões de seu grupo de Neo-Teosofia e do seu cuidado quando eu despertava apavorada pelo transtorno.

Um dia, Helga disse a minha filha Fábia que ela seria médica. Isto está se concretizando agora, cerca de duas décadas depois...

Uma vez ela me disse que havíamos sido irmãs em outra existência e morado no Rio. Nós tínhamos vindo da Alemanha, então. Descreveu-me tudo com tanta certeza que, até hoje, quando vou ao Rio busco, no centro, certo sobrado que poderíamos ter habitado no passado...
Meu irmão Júnior a quem ela ajudou uma vez
quando ele precisou de internação hospitalar.


Lembro-me de seu incondicional amor por familiares, amigos e pacientes do hospital onde trabalhava ou qualquer um que precisasse dela...Como adorava a sobrinha Celeninha e os netos do coração que moravam na chácara...

Eu poderia escrever um livro inteiro relatando as boas lembranças  que tenho dela, mas vou fazendo assim, aos poucos, esta pequena homenagem saudosa à nossa Helga Kátia Brockes, porque, repetindo Mário Quintana, “a amizade é um amor que nunca morre”. 

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

RETORNO E NÍVER DA FABINHA



Regina, novembro de 2011.
Retornamos no final da semana passada, depois de mais uma temporada no Rio. Voltei bem, sarei da gripe, do luto e do resto! Não fizemos muita coisa por lá, mas a proximidade do mar me faz bem e sou grata por ter essa oportunidade com frequência.

Todavia, retornar para a nossa Shamballa é sempre muito bom também. A alegria dos bichos e a presença da natureza nos acalentam! A gente sente falta um dos outros!

Fabinha e Madrinha Clélia, 1990.
Parece que a chuva havia diminuído por aqui e o percebi nos meus vasos que reclamavam a falta da dona! Porém, desde o domingo, voltou a chover!

Fomos a Araguari, com minha irmã Celina  e o cunhado Marco Aurélio para cumprimentar a Fábia pelo aniversário neste fim de semana e matar a saudade do neto Frederico.

Nosso carro perderia a garantia devido à ultrapassagem da quilometragem, se viajássemos antes da revisão dos 30.000 km.  Hoje, nós o deixamos na concessionária e só amanhã poderemos retomá-lo.

Celina, Marco, Vaíte, Fábia, Regina e Aleixo,
em 06.11.2011, Araguari, MG.
Na casa da Fábia, fomos recebidos com alegria, carinho e um excelente almoço. Conversamos bastante por algumas horas e depois retornamos para casa.

Lembrei-me da data há pouco mais de três décadas. Fábia não quis esperar e tive que me internar em um hospital sem muitas condições para que ela nascesse. O pai dela era meio impaciente e preferi que ele voltasse para casa e fizesse companhia ao Otávio que completava 13 meses naquela data.  

Meu neto Frederico na Shamballa.
Foi a minha irmã Clélia que me acompanhou e tornou-se a madrinha da linda garota de exuberante cabelo preto que nasceu de minha terceira cesariana em anos consecutivos.

Agora Fábia anda convidando para a sua formatura no próximo ano. Hoje ela atua como interna em hospitais mineiros e tenho muito orgulho desta filha que vai superando inúmeras batalhas ao longo de sua caminhada terrena!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

ALEGRIA NO DIA A DIA



Aleixo e Regina, no Rio, nov.2011.
Sei que a vida pode ser melhor e mais prazerosa quando a gente consegue afastar pensamentos e sentimentos negativos.
Devemos aspirar à  satisfação em cada ato presente, não acreditando cegamente que só conseguiremos ser plenamente felizes dependendo de alguma condição futura. 
A felicidade está ao nosso alcance sempre. Basta que estejamos abertos a isso e aprendamos a perceber o lado positivo das coisas.
Devemos começar cuidando de nosso corpo, alimentando-nos adequadamente, não exagerando em nada, dormindo bem, procurando relaxar das tensões do dia a dia, tendo uma atividade física equilibrada e regular, além de preservar o alto astral.
É importante aprender a aceitar as diferenças em relação às outras pessoas de nossa convivência, à cultura e aos valores que mudam sempre, às novas situações, buscando aprender com o inusitado.

Aleixo e Regina pedalando no Calçadão de Copa.
Devemos ainda curtir o desenvolvimento dos filhos, netos, sobrinhos, compartilhando as alegrias ou dúvidas com os amigos, evitando nos isolarmos do convívio  amigo.
Parece difícil, muitas vezes, mas devemos aprender a evitar a irritação em demasia com pessoas mal-humoradas ou com as bobagens cotidianas.
É importante refletir para compreender possíveis ressentimentos, mágoas, sentimentos negativos, sobretudo, o nosso próprio sentimento de culpa. Portanto, devemos procurar melhor nos conhecermos,  assim como ao semelhante.
É salutar trabalhar ou exercer quaisquer atividades com o maior prazer possível, mas lembremo-nos sempre de que as pausas são necessárias para o corpo e a mente se recuperarem.
Devemos fazer tudo para acreditar  na nossa capacidade genuína  de aprender, de expandir, de  evoluir e de vivenciar momentos de pleno contentamento. Tampouco, devemos nos acomodar.
Sonhar e buscar a concretização de nossos sonos é fundamental para nossa saúde integral. Se for preciso desabafar, procuremos um ombro amigo e confiável. Se necessário, confiar no auxílio que um profissional qualificado pode nos oferecer. As crises passam, como tudo nesta existência! Ah, o tempo, o maior curador, sempre!

AINDA A ZOMBIE WALK


Relatei anteriormente que assistimos à caminhada de Zumbi ao longo da Praia da Copacabana no dia de finados, mas não incluí todas as informações de que dispunha porque meu blog está com nova interface e ainda não sei fazer todas as alterações.

Regina, nov. 2011.
O passeio de Zumbi ou Zombie Walk, como o evento é chamado pelos organizadores, reúne fãs de filmes de terror e da cultura pop que se fantasiaram de monstros e outros personagens horripilantes. Na caminhada teve versão zumbi do bruxinho Harry Potter, Jack Sparrow,  do Seu Madruga e de Amy Winehouse.

Fotógrafa fantasiada como zumbi de Amy Whitehouse.
A fotógrafa Cinthia Bretz, 23 anos, se vestiu como a cantora inglesa. O make zumbi foi reforçado com sombras escuras, gotas de groselha simulando sangue e uma garrafa de bebida. A jovem disse que é fã da Amy e sempre esteve presente nas edições da Zombie Walk. Assim, resolveu prestar essa homenagem divertida para a falecida cantora.

Os  fantasiados de zumbis explicam que as cicatrizes no rosto foram criadas com a ajuda de amido de milho, algodão, tinta e até papel higiênico. Eles garantiram que nem o sol forte atrapalhou a maquiagem.


Harry Potter, Seu Madruga e Jack Sparrow, durante o passeio.
O protético Eron Moraes, 30 anos, confeccionou dentes especiais de lobo para ficar com um visual mais aterrorizante. Alguns disseram que participaram pela primeira vez, mas têm certeza de que vão voltar nos próximos anos.  Segundo eles, vale a pena fazer um figurino caprichado para curtir um evento como este!

Meu neto Frederico ficou encantado quando lhe descrevi o evento. Eu ainda prefiro coisas lindas, suaves, coloridas, como boa romântica que sou! Mas minha mãe costumava dizer que “mais vale um gosto que uma carrada de abóboras”! E os gostos diferem de pessoa para pessoa e de um tempo ao outro!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

DIA DE ZUMBI EM COPA


Aleixo e Regina, no calçadão de Copacabana.

Anteontem chuviscou um pouco e ontem o tempo ficou nublado e mais fresco, adorável! Foi bom que pudemos caminhar cedo e à tarde. Havíamos comprado um fogão novo que chegou, mas não pôde ser instalado porque o técnico da Dako terá que vir aqui para fazer a conversão para gás de rua e hoje é feriado.
Todavia, a gente usa o fogão muito pouco. Há ótimos restaurantes próximos e não compensa cozinhar. Além disso, temos cafeteira elétrica, tostadeira, micro-ondas, entre outros eletrodomésticos.
Aleixo e Regina pedalando na Avenida Atlântica. 
Hoje caminhamos cedo pelo calçadão. É ótimo passear por ali nos fins de semana e feriados como hoje. Eles fecham o trânsito ampliando o calçadão e encontramos uma multidão de todas as idades curtindo a proximidade do mar. Há gente de várias partes do país e do mundo, o sol esteve maravilhoso e resolvemos até pedalar um pouco.
Mais tarde fomos almoçar, escolhendo um restaurante que desconhecíamos e acertamos na escolha do Monchique, perto do cinema Roxy.
Neste Dia de Finados, uma caminhada de zumbis atraiu os olhares de quem passava pela praia de Copacabana, aqui na zona sul do Rio, na tarde desta quarta-feira.
Regina na praia de Copacabana, 02.11.11.
Interessante perceber como as crianças e os jovens se ligam a coisas e fatos que antes causariam horror. E isso os diverte. Todo mundo simulando estar sujo de sangue, com fantasias variadas. Talvez eles precisem descarregar esse tipo de energia.
Infelizmente, amanhã levantaremos acampamento. A sorte é que voltamos para a Shamballa e em breve a gente pode estar aqui de novo.