quinta-feira, 5 de abril de 2012

BENEFÍCIOS DO REIKI

Regina é reikiana.
Mais uma vez estou me preparando para iniciar um pequeno grupo de novos reikianos e quis relacionar as vantagens desta técnica holística de cura.

• O Reiki utiliza energia neutra, isto é,  ele é uma energia sem polaridade, não é yin nem é yang.
• A energia não é manipulativa: o reikiano simplesmente coloca as mãos e a energia flui na intensidade e na qualidade determinada pelas necessidades do paciente. O Reiki é puxado pela consciência do corpo de quem o recebe.

CHO-KU- REI  é o mais importante
símbolo reikiano.
• O treinamento da técnica é rápido podendo ser aprendido e praticado por pessoas de qualquer idade, inclusive por pessoas doentes. O Reiki é a democratização da cura.
• Não é um sistema religioso, filosófico com restrições ou tabus. Não utiliza talismãs, preces, mentalizações ou qualquer outro objeto para sua aplicação prática. O Reiki não entra em conflito com nenhuma crença religiosa. Cristãos, judeus, mulçumanos ou pessoas ligadas a qualquer outra tradição religiosa podem fazer uso da energia Reiki sem maiores contradições.
• O Reiki não é um placebo, não é o efeito psicológico que cura as pessoas na prática do Reiki. O receptor pode estar dormindo e nem saber que está sendo tratado e mesmo assim o Reiki funcionará.

O ideograma do Reiki.
• A eficácia do Reiki não depende da fé. Pois, como já vimos anteriormente, o Reiki pode ser aplicado em animais e plantas e ele não tem fé, mas mesmo assim se beneficiam muito com o Reiki.
• A técnica nunca fica obsoleta. É a mesma a milhares de anos.
• Sem diagnóstico: o terapeuta não necessita conhecer a patologia para efetuar o tratamento com sucesso e alcançar ótimos resultados.
• Sempre seguro com todos os tipos de tratamento e terapias, aumentando os efeitos positivos destas e minimizando os efeitos negativos.
• Não é necessário despir o paciente.
• Atende o homem de uma forma holística (corpo, emoção, mente e espírito). Atinge todos os corpos áuricos, equilibra os chakras, desbloqueia os nadis e os canais elétricos do corpo. Uma nadi (plural: nadis) é uma formação de energia na forma de canal na qual o prana flui e pode se conectar aos chakras. Ele ainda não é aceito pela comunidade científica. Elas começam do centro dos chakras e fluem para a periferia se tornando cada vez mais finas, tendo uma função extra sensorial, causando em parte as respostas empáticas e instintivas.

A energia pode ser aplicada pelas
mãos do Reikiano.
• Promove expansão de consciência, levando a pessoa a prestar mais atenção em si mesmo. Expandir a consciência nada mais é do que ampliar a sensibilidade a níveis mais sutis para permitir ao homem se posicionar a cada dia em um patamar superior ao anterior.
• Rompe tempo e espaço permitindo reprogramar eventos passados e coordenar eventos futuros.
Reiki não visa apenas à supressão da patologia, mas objetiva a volta ao estado natural e desejável de bem estar e felicidade. A cura através do Reiki é um processo de transformação energética e não de simples supressão dos sintomas.
• O reikiano é um facilitador do processo de cura. Ninguém cura ninguém, só a própria pessoa pode curar a si mesma. O papel do reikiano é o de canalizar e facilitar o processo aumentando a energia de cura do paciente acelerando o processo de cura. Eu gostaria de dar aqui um exemplo bem simples: se uma criança sofre uma queda e esfola o joelho, a mãe pode acariciá-la e dar-lhe amparo, um médico pode fazer o curativo, mas somente o organismo da criança pode sanar o problema criando uma casca no local ferido.
A energia reikiana se presentifica na
Shamballa.
O Reiki melhora o fluxo de energia Ki pelo corpo e ativa o sistema imunológico. A cura é promovida pelo próprio paciente, por meio da ativação do sistema imunológico e do restabelecimento do fluxo da energia ki pelo corpo. O reikiano é um facilitador do processo de cura.
Reiki energiza e não desgasta o reikiano.
• Serve para o auto-tratamento, tratamento de outras pessoas, plantas e animais igualmente.
• A energia pode ser enviada a distância.
• O Reiki pode ser utilizado a qualquer momento do dia e em qualquer lugar, pois é uma técnica extremamente prática,trabalhando para melhorar a qualidade de sua vida sem que você tenha que fugir da sociedade.
A beleza de uma rosa vermelha e borboleta
• O Reiki não acarreta custo operacional direto para o seu uso.
• O Reiki não desenvolve nenhum tipo de dependência entre o professor e o aluno, o terapeuta e o paciente.
Reiki pode ser utilizado para limpeza de ambientes.
• O Reiki é uma metodologia prática. Por maior que seja a quantidade de conhecimento e informações acumuladas, é a prática que faz o agente de cura. Não existe nada que substitua a prática e cada cura constitui-se numa lição para ambas as partes.
Reiki está inserido no contexto das práticas terapêuticas alternativas reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (O.M.S.), através do decreto "Alma Ata, de 1962".
• A fonte de energia do Reiki é o cosmos, é Deus, ou seja, é ilimitada.

Astro e Kei-Ra, labradores da Shamballa.
Em que situações aplicar?
_ Fortalecimento do sistema imunitário de crianças de quaisquer idades, de modo a amenizar doenças crónicas tais como asma, bronquite, rinite e alergias;
_ Stress, depressão e suas consequências;
_ Ansiedade e Obesidade;
_ Dependências e hábitos nocivos;
_ Gravidez;
_ Estabelecimento de bem-estar e evolução espiritual;
_ Harmonização de relações familiares e interpessoais;
_ Apoio em doenças graves, crônicas, parciais ou permanentes;
_ Apoio a familiares e profissionais com contacto direto com doentes crônicos/agudos.

Símbolo CHO-KU-REI em mãos reikianas.
Quais as vantagens?
_ Não tem contra-indicações;
_ Terapia preventiva e de apoio a tratamentos convencionais;
_ Proporciona melhor compreensão do indivíduo sobre si próprio;
_ A cura estabelecida através do Reiki é promovida pelo próprio indivíduo, por meio da ativação do Sistema Imunitário e do restabelecimento do fluxo energético, em que o terapeuta reikiano é apenas o canal de cura.


terça-feira, 3 de abril de 2012

ADIADA A IDA AO RIO


Regina junto ao Cristo Redentor, Rio,
dez 2004.
Estávamos pensando em ir ao Rio agora, mas adiamos devido a compromissos familiares. Do primeiro ao último minuto do ano, não falta o que fazer, o que visitar e o que rever na cidade do Rio de Janeiro, que, não por acaso, ostenta o rótulo de Maravilhosa. Além das praias e de seus outros dois ícones geográficos – o Corcovado e o Pão de Açúcar – o Rio vem ganhando uma série de atrativos culturais e gastronômicos, bem como incrementando sua rede hoteleira, já no embalo dos dois grandes eventos esportivos dos quais será protagonista: a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016.

Rio de Janeiro no mês de abril!
O acidente com o bondinho de Santa Teresa, em agosto de 2011, foi um baque para cariocas e turistas, que aos poucos vinham se recuperando das trágicas enchentes do verão, que levaram centenas de vidas e destruíram parte das charmosas cidades da região serrana. Esses dois casos devem servir de lição para que as autoridades tratem com a devida atenção tudo o que faz do Rio de Janeiro um dos mais desejados alvos pelos viajantes do mundo todo.

Quem deixa a capital e percorre o litoral fluminense encontra praias de beleza raríssima. Ao norte, na Região dos Lagos, estão as dunas de Cabo Frio, as águas translúcidas e frias de Arraial do Cabo, boas para mergulho, a badalação de Búzios e as trilhas rurais de Rio das Ostras.
Minha irmã Celina, sua neta Carol e
meu neto Frederico, julho, 2011.
De frente para a Baía da Guanabara, Niterói mostra que a vista para a cidade do Rio não é o único atrativo. Além de oferecer, na sua face voltada para o alto mar, trechos de areia ideais para quem quiser fugir do agito de Ipanema e Copacabana, o município começa a explorar o legado das construções assinadas por Oscar Niemeyer, entre elas o famoso Museu de Arte Contemporânea.

No sentido do sul, está o requinte bucólico de Paraty, cujo sossego só é quebrado nos feriados e em julho, quando acontece a Flip, concorrida festa literária. Encontram-se, também, as 365 ilhas na Baía de Angra dos Reis (uma para cada dia do ano, dizem), das quais a Ilha Grande é um idílio de mochileiros e estrangeiros.


Clélia, em Sampa onde, moram dois de
seus filhos: Gustavo e Tarsila.
E como nem só de mar se faz um Rio de Janeiro, a região serrana, ainda em recuperação, abriga as lembranças do Brasil Império, em Petrópolis, o clima europeu de Nova Friburgo e o turismo ecológico nas cercanias de Teresópolis. Na divisa com Minas Gerais e São Paulo, a região de Visconde de Mauá é destino de casais, sobretudo, que buscam natureza, pousadas charmosas e restaurantes estrelados. Aleixo e eu pretendemos estar lá por uns dias no próximo mês. Mas, por enquanto, vamos continuar curtindo o nosso espaço sagrado!

Aleixo e Regina na casa de Shakespeare, UK.
Hoje, Clélia esteve aqui na Shamballa. Adoro meus irmãos e tenho particular afinidade por esta irmã. Talvez, a menor diferença de idade entre nós e o fato de termos crescido próximas tenham nos unido mais. Contei a ela o sonho da noite anterior. Nesse, eu pretendia ensinar-lhe como fazer contato com mamãe, por meio de um símbolo que eu lhe transmitia, quando mamãe chegou e a abraçou! Clélia está passando por alguns desafios e sei que Dona Didi deve estar intercedendo por ela!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

BETTINA CAÇADORA

Regina, abril, 2012.
Hoje acordamos não apenas com o canto de nosso galo branco, mas também com os mugidos das vacas do vizinho Jeová. É algo próprio de nosso cotidiano. Logo vimos que Bettina estava ocupada e percebemos que ela mordia uma ave que havia caçado. Talvez, um pombo ou uma juriti. Ao seu redor, estavam muitas penas. O restante foi encontrado bem mais longe, com o Astro. Eles devem ter dividido a presa. Preocupo com a qualidade energética da chácara e evito matar animais aqui. Crio galinhas apenas pelos ovos, por exemplo. Mas a natureza é soberana e tudo cumpre o seu ciclo.

Laura é minha diarista na Shamballa.
Ao sair da Shamballa de carro, um tucano sobrevoou nosso carro, cruzando sobre a Alameda dos Dourados! A gente pode até não comentar nada, mas é impossível permanecer indiferente ante esta vida simples! Resolvemos as pendências na cidade e voltamos para almoçar em casa. No sábado, levamos um cacho de bananas a uma instituição de idosos que ajudamos. Hoje, trouxe açúcar orgânico para aproveitar o restante das bananas maduras. Não pudemos fazer passa desta vez, porque continua chovendo diariamente. Não há mais aquela nuvem de mosquitos que infesta nosso espaço no final do ano e o tempo já esfriou um pouco. Os netos de Brasília confirmaram sua vinda, no feriado. Programei, também, a iniciação do grupo de Reiki I, para o sábado da aleluia.

Aleixo com o filhote sobrevivente.
Aleixo passou parte da tarde cuidando da pintura da parede do escritório e eu estou selecionando os textos da próxima coletânea, enquanto cuido da cozinha e da lavagem das roupas para Laura passar amanhã. Aproveito, ainda, para conversar com os filhos distantes pelo Skype.

Recebi uma mensagem sobre um remédio do tipo caseiro e lembrei-me de quando fiz uso dele. Falo da Pomada Vovô Pedro. De acordo com a Sociedade Espírita Maria Nunes (SEMAN), a fórmula é um produto medicinal considerando as propriedades terapêuticas de plantas e produtos naturais, como própolis, erva-de-bicho, ipê-roxo e o condurango, não apresentando efeitos colaterais. Segundo eles, sua fórmula foi transmitida espiritualmente por meio de um médium.

Bettina ainda se recupera no pós parto.
Quando eu fui voluntária no Renascer da Consciência, em BH, há mais de dez anos, desobedeci à orientação espiritual e subi numa elevação dentro do sitio para usar o celular. Fui queimada pelo ácido de taturanas de fogo. Muita gente até morre por este motivo! Sou alérgica a picadas de inseto, inclusive!

Doeu muito, mas aguentei calada. No dia seguinte, contei o que me acontecera e eles me trataram com essa pomada. Claro que a enorme cicatriz demorou meses para desaparecer de meu braço, mas sobrevivi! De qualquer forma, posso afirmar que a pomada é excelente!

domingo, 1 de abril de 2012

DIA DA MENTIRA NO SHOPPING DO PÃO


Aleixo e Regina, hoje, na Panificadora das
 sobrinhas Priscila e Isadora, no Alphaville.
Há muitas explicações para o 1º de abril ter se transformado no dia da mentira, dia das petas, dia dos tolos de abril ou dia dos bobos. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1º de abril.

Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1º de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1º de abril. Gozadores passaram, então, a ridicularizá-los, enviando-lhes presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.

Lane, Edi, Áurea, Pri, Meméia, Gabriel,
Taís, Regina, Aleixo e sobrinhos.
Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fool's Day, Dia dos Tolos de abril; na Itália e na França ele é chamado respectivamente pesce d'aprile e poisson d'avril, literalmente peixe de abril.

No Brasil, o primeiro de abril começou a ser difundido em Minas Gerais. Ali, circulou A Mentira, um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1828, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. A Mentira saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.

Noir sobreviveu dentre todos os filhotes. 
Hoje, reencontrei duas ex-colegas de infância. A gente nem pode dizer desde quando esta amizade existe, porque seria um atestado de antiguidade. Mas é tão bom constatar que o sentimento de amizade perdura independente do tempo cronológico!

Marcamos um café da manhã no Shopping do Pão e chegamos mais cedo. Pri já estava lá e havia reservado uma mesa especial para encontrarmos as amigas. Estiveram lá: Lane, Áurea, Edilene, Maria Amélia, Aleixo e eu, além das sobrinhas e dos sobrinhos netos. Essas oportunidades são ótimas para colocarmos a conversa em dia. As proprietárias Priscila e Isadora aumentaram o espaço e há mais opções no cardápio também. Tudo muito bom!

Aleixo e sua filha Bel, em Natal.
Depois do meio dia voltamos para a Shamballa. O sol brilhava sem quaisquer nuvens à vista e pensei que poderíamos usar a piscina mais tarde. Mas, depois, começou a trovejar e tivemos que mudar a programação deste casal de aposentados.

Fábia me chamou no skype e me fez rir ao contar-me que disse ao meu genro Vaíte que ela está quaresmando. Em sua cidade mineira, isso significa que ela come peixe e não pode ser contrariada. Ele está cuidando disso e ela satisfeita com os peixes que ele tem preparado!
Ontem fiquei triste a morte do filhote Lux. Há uma semana eu o alimentava cuidadosamente, desde que percebi que o outro se desenvolvia mais rapidamente e o leite da mãe diminuía. Ele quase não conseguia mais engolir, dei-lhe soro várias vezes. Também lhe apliquei Reiki diariamente, mas anteontem vi que ele não aguentaria muito tempo e rezei por sua mudança sem dor, evitando me envolver demais.

Carolina e Melissa são netas da Celina.
O outro filhote Noir está saudável, correndo pela chácara. Na próxima quinta-feira, ele irá para a casa da vizinha Marília. Ela cuidou dos filhotes quando eu estava viajando e é justo que fique com o que sobreviveu, conforme eu havia prometido antes.

sábado, 31 de março de 2012

MELHOR IDADE !?

Regina, 2012.
Hoje, cumprimentei um amigo pelo seu natalício. Ele me agradeceu a lembrança, mas me disse que está querendo se esquecer dessa data apesar de as consequências da idade não lhe permitirem. Reclamou de dores nas costas (por problemas de coluna), dificuldade para dormir, digestões mais difíceis, pernas mais fracas...

Rafael é neto de meu amigo
Heleno Godoy.
Acrescentou, ainda, que não sabe quem inventou essa história de que na terceira idade temos sabedoria para viver melhor! Segundo ele, se tivermos mesmo, as dificuldades do corpo nos impedem de viver bem. Sabedoria? Pra quê, se ela não nos ajuda?

Respondi a ele que conheço bem as questões relacionadas ao acúmulo dos janeiros. Até alguns anos atrás, eu tinha uma energia digna de nota! Foi diminuindo aos poucos e agora não dou conta nem da metade das coisas que eu fazia antes. Consegui contornar o problema de peso e início de diabete, há dois anos, após uma cirurgia e, por enquanto, só tenho alguns pequenos incômodos...

Apolo na Shamballa, 15.03.2012.
Imaginem que sei que vai chover ou fazer frio muito antes que os melhores boletins metereológicos... Tenho um joelho e um braço com sensores próprios! E como doem, quando funcionam!

Todo dia recebo mensagens motivacionais pela internet. A gente acaba assimilando alguma coisa desta autoajuda virtual.

Divina e Lane são minhas amigas
há décadas, solidárias na melhor idade. 
Portanto, já sei que mais vale ser gentil que ter razão, o amor, e não o tempo, é que cura as feridas... Devemos agradecer tudo...
Este último conselho eu já pratico há bastante tempo. Por isso, não queria ter nem um dia a menos. Sou grata por ter superado tantos desafios ao longo de minha existência. Agradeço os carmas compridos e bem cumpridos, as provações por que tenho passado. Espero ser útil ao próximo nos anos que me restam e mudar de andar de repente e sem traumas! Certamente, minha visão espiritualista facilita alguma coisa neste sentido!

Aleixo com Astro e Bettina, na Shamballa.
Desde que optei pelo processo de individuação, olho para trás e vejo que todas as quedas e traições que sofri foram necessárias, nada foi em vão. Percebo agora que todos tiveram seu valor em minha jornada, os que creram em mim e até os que me trairam, cada um em seu papel, e que tudo sempre esteve interligado. É como se uma força poderosa e invisível estivesse o tempo todo na condução dos fatos, confiando na gente. Continuo a mesma, mas diferente! Este processo nos ajuda a saber e sentir exatamente quem a gente é. É esse detalhe que nos distinguirá da massa ainda inconsciente de si mesma!

sexta-feira, 30 de março de 2012

DIÁRIO DA BLOGUEIRA

Aleixo e Regina. Londres, setembro 2010.
Tenho andado ocupada organizando o novo livro que integrará a coletânea dos autores goianos mais uma vez. Além disso, estou preparando-me para continuar as iniciações de reiki, acertando as contas com o leão, entre as dezenas que coisas que aparecem ou invento a cada semana. Ontem, antecipei meu plantão como voluntária na WEB. Também, participei da reunião virtual que acontece a cada final de mês. Aleixo está cuidando da reforma do escritório e este está desmontado até que as paredes sequem bem para passar a massa impermeabilizante antes da textura.

Teteu e Juju na Shamblla. Julho, 2011.
Tem chovido quase diariamente e só conseguimos usar a piscina uma vez esta semana. E fomos à cidade, quase todas as manhãs, resolver alguma coisa! Ando com saudade dos netos, mas parece que a vida anda corrida para todo mundo! Estamos programando uma visita a Alto paraíso e certamente os visitaremos, caso eles ainda não tenham voltado à Shamballa.

As crianças trazem nova vida à família! Clélia me enviou as fotos de seus netos gêmeos paulistanos! Como cresceram. Completam oito meses, estão lindos e saudáveis. Há muitas crianças na família agora. Netos do Júnior, da Sonia, da Clélia, da Celina e da Luiza, além dos meus. Os netos do meu irmão Marco moram em Ribeirão Preto e a gente só os vê quando vai lá ou por fotos.

Bruno Gustavo e Ana Júlia, netos da Clélia.
Hoje, meu sobrinho Bruno me enviou um belo texto nostálgico e me bateu uma enorme saudade da infância. Aquela saudade em que a gente viaja nas lembranças com um sorriso melancólico nos lábios. Sinto saudades das brincadeiras no meio da rua, nos aniversários dos primos ou na escola. De correr, cair e ficar com os joelhos ralados na brincadeira.

Sinto saudade da felicidade simples que outrora foi causadora de tristeza. Às vezes, a infância tem disso! Possuímos tudo que precisamos para ser felizes, mas ainda não temos maturidade suficiente para perceber e aproveitar tudo. Imaginem quantas vezes eu fui passear no campo, quase obrigada pelos meus pais. Eles costumavam dizer que criança não tem querer...

Amanda, 2011, Ela neta do irmão Júnior.
Basta que eu feche os olhos para sentir de novo o cheiro do mato molhado, do curral fértil e do leite fresquinho quando a gente ia passear na fazenda com meu pai aos domingos. Mamãe costumava cozinhar e alimentava os caseiros com suas pencas de crianças de todas as idades. Quase todos eram seus afilhados!

Lembro-me, como se fosse ontem, das brincadeiras com crianças que eu via duas vezes por ano, mas que pareciam amigas íntimas, lembro um pouco a curiosidade e o carinho pelos animais, o medo do escuro e tantos episódios hilários...Tudo que uma criança gosta, mas que ainda não sabe valorizar.

Sobrinho Gustavo e gêmeo Bruno.
Sinto saudade de esperar o Papai Noel chegar e de como descobri que eram meus pais que colocavam os presentes embaixo da cama. Sinto saudade de meu Tãozinho! De brincar com as bonecas tão desejadas, de projetar nelas a vida que gostaríamos de ter e de sonhar com o nosso futuro. Éramos crianças tão cheias de sonhos...

Mas lamento ter compreendido alguns sentimentos tão tarde. Tarde para aproveitar melhor as experiências, mas ainda em tempo para aproveitar tudo o mais que a vida tem para me oferecer. E, agora, a experiência me ensinou a aproveitar tudo que posso!

segunda-feira, 26 de março de 2012

ALMOÇO NO OUTBACK

Regina, Rodrigo, Marília, Rafael, Aleixo,
em Itaperuna, 07. 03.2012.
Costuma-se dizer que nem todos podem escolher a família em que nasce. Mas é possível selecionar os amigos, que são como a extensão da vida. É a questão da afinidade espiritual.

A amizade, um dos sentimentos mais nobres que existem, nasce de forma espontânea, pura e vai se desenvolvendo até cumprir o seu papel. Alguns amigos permanecem conosco ao longo de toda a nossa existência, encarnada e desencarnada. Outros apenas atuam em determinada situação.

Marcos, Aleixo, Regina Lúcia, Regina,
Maria, Dona Laura, Rosane, Helen e Nair.
Além da afinidade, a amizade genuína baseia-se no convívio, na compreensão e na manifestação de sentimentos profundos. Por essa razão, é um processo. Não nasce pronta. A relação deve ser construída e trabalhada dia a dia, por ambas as partes, porque exige reciprocidade. É como cultivar uma planta que, se não for regada com frequência, morre. A verdadeira amizade é eterna como o amor. Esse sentimento é uma ligação espiritual que deixa a impressão de que sempre se conheceu o amigo.

Paisagem do Outback Australiano.
A infelicidade existente no mundo resulta da incapacidade de as pessoas criarem vínculos de amizade e confiarem nas outras. Elas pensam apenas em si mesmas, revelando um egoísmo exacerbado. Não se dão ao trabalho de tentar construir uma amizade. Vale a pena sentir a felicidade de contar incondicionalmente com alguém.

Hoje almoçamos no Outback aqui em Goiânia. Gosto muito deste restaurante e aproveitamos para encontrar amigos com a desculpa de comemorar meu último aniversário. A decoração do ambiente é de uma casa rústica australiana da década de cinquenta e a comida servida agrada o paladar mais exigente.
Grupo de amigos após almoço no Outback.
Na casa, tudo é de primeira qualidade e preparado diariamente. O atendimento é excepcional. As porções são bastante generosas e as sobremesas quase comunitárias de tão grandes. Tudo delicioso! Muitos pratos trazem o nome das cidades localizadas no Outback australiano. Aleixo e eu costumamos almoçar lá quase mensalmente.

Soube que Outback é a designação pela qual o deserto australiano é conhecido. Mas o Outback cobre boa parte do interior da Austrália, embora não haja nenhuma demarcação ou bordas oficiais indicando onde começa e termina o Outback. Boa parte da sua extensão é coberta por uma areia grossa e avermelhada que, ocasionalmente, após o cair de breves e infrequentes chuvas, é tomada por uma vegetação rasteira. O solo é tão estéril que, mesmo com o uso de poderosos fertilizantes, a agricultura é impossível na maior parte da região.

Lucas é meu afilhado, filho dos
amigos Helen e Marcos Loyola.
Na sua região norte, chamada pelos australianos de Top End, as chuvas são frequentes em parte do ano - estação chuvosa. Já o centro e o sul são ou semiáridos ou áridos. A temperatura mais alta já registrada foi de 50,7°C. As noites de inverno, no entanto, frequentemente apresentam temperaturas negativas. Aquela é, sem dúvida, uma terra de extremos.

Foi muito bom reencontrar amigas queridas como a Edilene e a Rosane, minhas ex-colegas de universidade. Também conversar com Helen, Marcos, Dona Nair, Lucas; Laura, Maria, Regina, mãe e irmãs da Edi. Claro, sempre ao lado do maridão Aleixo!