sexta-feira, 29 de junho de 2012

ROMARIA DE TRINDADE - GOIÁS



Aleixo e Regina, em Córdoba, Es, 22.09.11.
As romarias reproduzem a história da peregrinação do povo de Deus que teve início com a partida de Abraão em busca da Terra prometida, passando 40 anos de caminhada pelo deserto.
Revivendo esse acontecimento cristão, desde a descoberta do medalhão, há mais de 169 anos, os devotos do Divino Pai Eterno saem de vários lugares e um só destino: o Santuário  da Basílica do Divino Pai Eterno, um lugar de paz para onde eles vêm para alcançar suas graças e fazer seus louvores; enfim, chegar à Terra Prometida no coração do Pai.
Carro de Boi de romeiros em Trindade.
O dia da grande festa é o primeiro domingo do mês de julho de cada ano. Durante os nove dias, que antecedem o grande dia de festa, são celebradas missas, novenas, encontros com jovens, casais, carreiros do Divino Pai Eterno, isto é, a procissão dos carros de boi,  foliões, tropeiros e muito mais. Também são atendidas milhares de confissões e realizados centenas de batizados nessa época de intensa fé religiosa em Trindade.

Rodovia dos Romeiros, em Trindade, GO.
Hoje resolvemos ir até lá para observar os festejos e fazer uma oração no santuário da igreja. Mas iremos de carro. Na adolescência costumávamos fazer o trajeto a pé com um grupo de colegas e amigos. Alguém fazia uma promessa e a turma o acompanhava com  a animação da juventude!
Ao retornar, prometo descrever com maiores detalhes...

quinta-feira, 28 de junho de 2012

DIA A DIA NA SHAMBALLA


Júnior, Clélia, Regina e Aleixo, no Pinguim,
em Ribeirão Preto.
Nosso dia a dia na Shamballa anda muito agradável. Gosto bastante do clima frio das manhãs e noites. Aleixo hoje me disse que sabe por que os ovos de galinha são os mais vendidos! Parece que elas são as únicas aves que cantam depois de botar. Ri muito, mas concordei que a propaganda é a alma do negócio, mesmo galináceo!
Estamos empenhados nos preparativos para as visitas julinas. Os netos ficam de férias e os filhos devem vir passar alguns dias conosco. 

Aleixo e Regina, na Shamballa.
Recebo diariamente a visita de um beija-flor escuro e miúdo aqui na janela do escritório. Este pé de hibisco está todo florido e ele passa  muitas vezes para minha alegria. As bougainvilles e as turbérgias também estão floridas, assim como a roseira da Helga e a da Mãe Francisca. Esta é de rosas brancas pequenas, em cacho, mas os botões são cor de rosa!  A murta maior está cheia de flores que perfumam todo o nosso jardim!
Lu, Teteu, Juju e Thor, herdeiro da Bettina.
O técnico da Sky veio tentar instalar um novo ponto no chalé do bosque. Não cabe todo mundo na casa e nos dividimos assim nas férias. Planejo ainda uma festa julina, com fogueira, fogos coloridos e quitandas próprias. Quero assar batatas doces e milho na brasa e mostrar aos netos e sobrinhos netos um pouco de nossa infância remota! Aproveitaremos para comemorar os aniversários dos cancerianos próximos...
Ontem a Renata veio almoçar com as crianças, mas demorou pouco, porque usava o carro da Clélia que tinha outros compromissos. Na hora da partida, Vivi não queria voltar para casa e se escondeu debaixo de uma das camas! Eu a procurei muito antes de descobrir seu esconderijo. Lembrei-me de minhas artes semelhantes, na infância!
Fábia e Aline Melo, no congresso médico
da Florida.
Fábia terminou o internato em Saúde Coletiva em Lagoa Formosa. Ela disse que apesar do excesso de trabalho, foi um dos melhores períodos de sua vida de acadêmica na área médica. Praticou muito e sabe que adquiriu bastante experiência em emergência e urgências médicas.
Agora ela terá férias e no próximo semestre deve ser interna da Santa Casa de Patrocínio, em Minas Gerais. 
Daqui a um ano, vamos à sua colação de grau que deve acontecer no Palácio de Cristal, em Uberlândia. Mas, neste mês de julho, ela, Vaíte e Frederico estarão aqui conosco!
Breno, cara do pai - Gustavo!
Este ano quero dar um pulo até Trindade aproveitando a sua festa tradicional de romaria. Farei uma oração no Santuário da Matriz do Divino Pai Eterno. Afinal, tenho ido a Aparecida, SP. E visitei Fátima, em Portugal. É justo prestigiar também a nossa região que não fica nada a dever aos outros centros religiosos.

terça-feira, 26 de junho de 2012

VISITANDO MARCO E IONE


Aleixo, Regina, Ione, Clélia, Júnior e
Marco, em Ribeirão Preto, 24.06.12.
Estivemos visitando meu irmão Marco Antônio que reside com sua família em Ribeirão Preto. Marco está de recuperando de uma enfermidade e fizemos uma surpresa para eles. 
Júnior, Clélia, Aleixo e eu saímos bem cedo de Goiânia, almoçamos no caminho e estivemos toda a tarde na companhia da Ione e do Marco. 
Não é fácil conciliar a disponibilidade de um grupo! Clélia está com hospedes em casa e não dispunha de muito tempo. O Júnior pode ser avô a qualquer momento novamente. Pollyanna está no nono mês e ele tampouco  podia se ausentar por longo período.
Ione e Marco sempre nos recebem muito bem em Ribeirão Preto e é muito agradável trocar as novidades.
Na casa de Marco e Ione Araujo. 
Ione me prometeu escrever algumas histórias vividas ao lado de mamãe para eu inserir no blog e também enviar-me algumas fotos que selecionei de seu álbum.
O GPS nos guiou certinho ao endereço deles. É ótimo poder contar com as modernas tecnologias nestes casos!
Clélia quis rever o local onde já viveu por algum tempo e também sugeriu uma visita ao Pinguim que acatamos com gosto!
Júnior, Clélia, Aleixo e eu no Pinguim!
Pensamos retornar imediatamente uma vez que contávamos com um bom carro e éramos quatro motoristas, mas acabamos desistindo e  dormindo no caminho! No domingo cedo retornamos com calma, não sem antes parar no Zebu para comprar os deliciosos doces mineiros!
Encontramos tudo em harmonia na nossa Shamballa depois do prazeroso convívio familiar do final de semana!

terça-feira, 19 de junho de 2012

ÁRVORES DA MINHA INFÂNCIA


Regina e Aleixo, no Rio, em 19.05.12.
Eu tenho uma espécie de afinidade com o reino vegetal. Preciso da presença das plantas no meu contexto. Desde bem pequena gosto de jardinagem. Mesmo quando morei em pequenos espaços, senti necessidade de cultivar plantas em alguns vasinhos. 
Houve uma época em que realmente acreditava ser a Regina dos dedos verdes. Meu amor pelas plantas costuma surtir bons resultados e sou agraciada com sua beleza e perfume!

Acácia Imperial ou Chuva de Ouro.
Creio que parte é influência de minha infância. Meus irmãos e eu nascemos e crescemos em uma casa com jardim e quintal grandes. Eram muitas árvores ao redor. Dentre tantas, lembro-me especialmente de duas acácias ou chuvas de ouro sempre floridas em nosso jardim.

Amoreira de minha infância.
No quintal, as duas mangueiras que meu pai plantou juntas anos antes da chegada das crianças. Nela aprendemos a subir em árvores e a desfrutar a delícia das mangas extremamente doces.  Sob suas copas generosas, tínhamos sempre sombra para as nossas brincadeiras diárias. E era ali perto que papai organizava as nossas festas juninas que jamais esqueceremos.
Havia um pé de amora na vizinhança. Ficava em um lote vago na esquina  da rua cinco com a viela que chamávamos de Taguatinga. Ele era enorme e eu sempre fui doida por amoras. Enquanto estava carregada, estávamos por lá, provando as frutas docinhas e vermelhas.
Algodão no pé.
Nos finais de semana, nós íamos à casa de minha avó Madalena, na antiga Vila Coimbra. Era quase uma espécie de passeio ao campo, porque havia poucas casas próximas. Vovó tinha um pé de algodão em seu quintal e eu era apaixonada por aquele arbusto.  Eu adorava observá-la pegar o algodão e enrolá-lo de maneira a usá-lo em suas rendas de bilro.
Árvore da Shamballa.
Hoje temos inúmeras árvores à nossa volta. Elas cresceram muito desde que mudamos para cá. Quando precisamos cortar alguma, eu sofro bastante, mesmo planejando tudo antes e plantando outras para substituí-las.
Tenho especial ligação com os jatobás e os angicos. Numa delas, os periquitos fazem ninho aproveitando a casa de cupim. Posso apreciar sua alegria e ouvir o canto dos filhotes atuais que voam de uma árvore para outra.
Mas gosto muito das arvores menores como as bananeiras, pitangueiras e outras fruteiras.
Periquitos da Shamballa.
Aleixo me falou de um grande jequitibá de sua infância na fazenda de seu avô. Era muito alto e imponente. Nenhuma outra árvore podia se comparar àquela, pois era muito grossa e reta em direção às nuvens. Não tinha galhos ao longo de seu tronco, apenas uma copa ampla como se fosse um pinheiro gigante.
Afinal, pertencemos à geração que se encantou com a leitura do livro – Meu Pé de Laranja Lima... Atestado de antiguidade, não é?

sábado, 16 de junho de 2012

CAFÉ COM PROSA NA SHAMBALLA



Aleixo, Regina e Brasigóis Felício, em
nosso café com prosa,  na Shamballa.
Recebemos a visita de nosso amigo poeta – Brasigóis Felício – e pudemos desfrutar de um café com prosa nesta ensolarada manhã da Shamballa! Ele veio nos trazer um convite e juntos programamos novos encontros futuros.
Adoramos conversar com ele! Sua presença nos traz boas inspirações e a prosa flui prazerosamente. Aproveitamos para falar da Austrália onde mora uma de suas filhas e acabamos lembrando os sonhos de amor da adolescência.
Desde sempre, o Amor é a instância que comanda a vida. Segundo Aristóteles, o Amor é a força que une os quatro elementos da natureza, o fogo, a terra, a água e o ar; é a força que move as coisas,  que as conduz e as mantém unidas.

Amaro e seu cão Dionísio que não gosta
de vinho, mas cansado, parece bêbado! 

Platão argumenta que o Amor é a falta, a insuficiência e a necessidade; é o desejo de adquirir e possuir o que não se possui, é o interesse incorporado à alma.

Freud entende o Amor como a especificação e sublimação de uma força instintiva originária, a libido, que tende a se manifestar desde os primeiros instantes da vida humana.

Camões diz que “Amor é fogo que arde sem se ver e ferida que dói e não se sente...”

Shakespeare diz “duvida da luz dos astros, de que o sol tenha calor, duvida até da verdade, mas confia no meu amor”. 
Chácara Shamballa - nosso lar goiano
Enfim, o Amor romântico inspirou os deuses e os mortais e sempre agradecerei aos céus ter tido a bênção de me apaixonar um dia! Sentimento de transcendência, plenitude, êxtase, sentido para a vida! Infinito, enquanto dura!

Aleixo nos relatou dois de seus frustrados sonhos de amor. Um deles justificou o seu retorno às raízes, depois de haver imigrado para a Austrália. Brasigóis e eu também rememoramos, a três, as nossas jovens experiências amorosas. A simples lembrança daquele sentimento mítico ainda é capaz de nos iluminar interiormente!  

Árvore Abricó de Macaco, fotografada
no Largo do Machado, no Rio.

Concordamos que quando duas pessoas cruzam o olhar e esse olhar é avassalador estamos diante do ponto chave da paixão. Eros surge no momento em que duas pessoas se reconhecem e se olham de uma forma nunca antes contemplada, resultando desse olhar novos desejos e novos afetos.

Então, inicia a descoberta de si mesmo e do outro e a gente começa desenhar castelos de sonho, apesar de normalmente a relação não se estender por muito tempo, uma vez que nessa fase não permitem longos compromissos.

Bettina, Astro, Kei-Ra - nossos labradores.
Vivenciam-se os momentos de paixão e de doce irresponsabilidade. O tempo pára e o mundo deixa de girar, pois é tempo de amar. Por vezes, esse estado é mantido ao longo da vida ou volta a ser vivido mais tarde, criando um estado de euforia e plenitude pouco comum na maturidade.

Na maior parte das vezes, guardam-se as memórias do amor adolescente na gaveta dos afetos e eternizam-se os tempos em que a ternura foi debruada com sorrisos, palavras doces, beijos longos e molhados trocados em noites de lua cheia, quando tudo era possível no paraíso do sonho!
Lane, Edilene, Áurea, Regina e Lei, no
Shopping do Pão, 01.04.12. 
Ainda bem que hoje, compreendendo a visão junguiana do amor romântico, sabemos que, tanto para o homem quanto para a mulher, en­xergar realisticamente o amor romântico é uma tarefa ímpar.

É algo que nos força a ver não apenas a beleza e o potencial contidos no amor romântico, como tam­bém as contradições e as ilusões que trazemos conosco em nível inconsciente. 
As jornadas heroicas costumam nos conduzir a vales desconhecidos e a confrontos difíceis, mas, se perseverarmos, certamente, nós alcançaremos um novo estágio de conscientização!

sexta-feira, 15 de junho de 2012

LEMBRANÇAS DA FAZENDA NUSS


Casa da Família Nuss,  em 1960
A primeira infância do Aleixo transcorreu na fazenda de seu avô materno, no município de Itaperuna, bem perto de São João do Paraíso, na região noroeste do Rio de Janeiro.  As mais antigas lembranças do menino Aleixo estão ligadas à vida na fazenda de João Nuss.
Ao redor da residência, numa área de uns 15 mil metros quadrados, havia toda espécie de facilidades necessária ao bom funcionamento da vida no campo. Fruteiras, secador de café, arroz etc. Três tulhas grandes para depósito de grãos e guarda de equipamentos, montarias, entre outros utensílios.
Avós do Lexin - Benedecta e João Nuss
Ele lembra-se da varanda na casa grande de onde ele via diariamente os terreiros de café cercados pelo muro de taipa. A casa era bem grande, em torno de oito dormitórios, três grandes salões, banheiro e cozinha enormes.
A residência era cercada de flores de todos os tipos, cada uma floria em determinada época. Assim, sempre havia flores rodeando o casarão e, de longe, todos sentiam o perfume das rosas e muitas outras flores.
Além do ribeirão, começava um morro coberto de escura e misteriosa mata virgem que, na sua imaginação, constituía um fantástico ninho de onças e índios.

Imagem de São João do Paraíso, R. J.
Lexin - apelido de infância - era um menino inquieto, arteiro, de alma aventureira. Estava sempre inventando alguma coisa, descobrindo os arredores sem temor. Sua irmã Lourdes o acompanhava em muitas brincadeiras. Ela me disse que Aleixo não a poupava, mas ela estava sempre junto, apesar das judiações sofridas.
Era um hábito, naquele tempo, as crianças brincarem com sabugos de milho que se transformavam em bonecos; chuchus com pernas de palitos eram cavalos e porquinhos, finca; faziam bodoques, atiradeiras ou estilingues, arco e flecha; brincavam com bolas de gude que tinham que acertar nos buracos feitos na terra.
 Tias: Maria, Lourdes, Francisca, Joaquina,
 Conceição, Leonor, Dolores.
Tios: Chico, Máximo, Antônio.


A caça era muita praticada. Muitos bichos, como tatu, lagarto e outros serviam de alimento. Pescava-se também, geralmente de anzol e tarrafa, mas no riacho mergulhava-se para pegar peixes nas tocas.
Era certo encontrá-lo explorando o terreiro de café, a mata próxima, vê-lo no pomar comendo frutas de todos os tipos ou pescando com peneira, no ribeirão próximo.  
Descreveu-me a elegância de suas tias. Usavam vestidos clássicos, cuidadosamente enfeitados com rendas, bordados, casinhas de abelhas, nervuras, ajour, botões cobertos de tecido por elas, prendadas costureiras. Ele acredita que elas copiavam os modelos de revistas européias, mas elas mesmas o confeccionavam.
Tias do Aleixo:  Leonor,
 Dolores e Francisca.
João Nuss dividiu as três fazendas em vida, evitando despesas com futuro inventário. Na época contratou um agrimensor e procedeu a divisão com justiça e sabedoria entre os 13 filhos.  Seu pai – Silvio – recebeu dois pedaços distintos, uma vez que não era possível tirar toda a gleba junta. Portanto, ele ficou com uma parte próxima da escola e outra lá embaixo.
Emociona-me participar do relato da memória de fatos acontecidos cerca de seis décadas atrás! Segundo os cálculos do Aleixo, isto teve lugar no período de 1945 a 1952! 

quarta-feira, 13 de junho de 2012

DOIS GAVIÕES NA SHAMBALLA



Aleixo e Regina, no riacho da Shamballa.
Frequentemente eu vejo dois gaviões passando por aqui. Passam voando pelo pátio e, então, pousam no alto das árvores. Às vezes, estou na rede, outras, lá fora, cuidando das plantas ou dos animais. Não sei se são sempre os mesmos, mas já comeram alguns filhotinhos de peru e de galinha... De longe, eu os vejo pardos, com as pontas das asas em tom mais claro.
Minha miopia não permite detalhes, mas sei que são animais magníficos. Penso nos seus bicos aquilinos, em seus olhos de águia! 
Gavião visualizado na chácara.
Posso imaginar suas garras fortes, segurando suas presas, enquanto seus bicos as dilaceram. Uma vez, uma dessas aves comeu meus canários na sacada de um apartamento goianiense!
Aqui, quando eles passam voando, pode-se sentir a sua força e a sua imponência na maneira como estendem suas asas e planam a despeito do vento.
Creio que os gaviões personificam uma grande combinação de qualidades da criação, aquela que poucas podem superar: liberdade e força. Neste pequeno canto do mundo goiano, perto do riacho e do bosque de Shamballa, eles são soberanos, voam acima de todos os outros, senhores de seus apetites. 
Apolo contribui para iluminar meus dias
na Shamballa!
Algumas vezes já corri ao encalço de meu papagaio Apolo, temendo um ataque mortal! 
Alguém me contou que uma senhora que morava em apartamento da cidade tinha um tucano de madeira em sua varanda. E, várias vezes, um desses dois gaviões o atacou, num voo rápido sobre a vítima putativa, tantas que a obrigaram a colocar uma rede na varanda!
Sabe-se que o delito putativo ocorre quando o agente considera erroneamente que a conduta realizada por ele constitui crime, quando, na verdade, é um fato atípico; só existe na imaginação do sujeito – neste caso, o gavião caçador de tucanos de madeira! 
Matheus e Thor, 10.06.12.
Ontem, peguei um pássaro de resina verde que canta por meio de pilha. Juliana o havia retirado do suporte e eu o trouxe à mesa da varanda para ajustá-lo. Apolo o enxergou de seu poleiro e fez posição de guerra, ameaçando atacá-lo com seus grunhidos bélicos! Ri muito!
Ali, no telhado da casa percebi o gavião que comia a lagartixa que tinha acabado de matar.
Sorri, enquanto pensava que com toda essa liberdade e com toda essa força, o magnífico predador comia apenas uma lagartixa com a sua imponente agressividade...
Bettina, Astro e Kei-Ra, após o banho.
Aleixo deu  banho nos três labradores e os prendeu no pátio. Hoje é dia de levá-los ao hospital veterinário para a avaliação anual. Planejamos esterilizar a Bettina que teve problemas nas três gestações. Na última, sobreviveu apenas um dos filhotes – Thor – agora com quatro meses.