quarta-feira, 9 de novembro de 2011

RETORNO E NÍVER DA FABINHA



Regina, novembro de 2011.
Retornamos no final da semana passada, depois de mais uma temporada no Rio. Voltei bem, sarei da gripe, do luto e do resto! Não fizemos muita coisa por lá, mas a proximidade do mar me faz bem e sou grata por ter essa oportunidade com frequência.

Todavia, retornar para a nossa Shamballa é sempre muito bom também. A alegria dos bichos e a presença da natureza nos acalentam! A gente sente falta um dos outros!

Fabinha e Madrinha Clélia, 1990.
Parece que a chuva havia diminuído por aqui e o percebi nos meus vasos que reclamavam a falta da dona! Porém, desde o domingo, voltou a chover!

Fomos a Araguari, com minha irmã Celina  e o cunhado Marco Aurélio para cumprimentar a Fábia pelo aniversário neste fim de semana e matar a saudade do neto Frederico.

Nosso carro perderia a garantia devido à ultrapassagem da quilometragem, se viajássemos antes da revisão dos 30.000 km.  Hoje, nós o deixamos na concessionária e só amanhã poderemos retomá-lo.

Celina, Marco, Vaíte, Fábia, Regina e Aleixo,
em 06.11.2011, Araguari, MG.
Na casa da Fábia, fomos recebidos com alegria, carinho e um excelente almoço. Conversamos bastante por algumas horas e depois retornamos para casa.

Lembrei-me da data há pouco mais de três décadas. Fábia não quis esperar e tive que me internar em um hospital sem muitas condições para que ela nascesse. O pai dela era meio impaciente e preferi que ele voltasse para casa e fizesse companhia ao Otávio que completava 13 meses naquela data.  

Meu neto Frederico na Shamballa.
Foi a minha irmã Clélia que me acompanhou e tornou-se a madrinha da linda garota de exuberante cabelo preto que nasceu de minha terceira cesariana em anos consecutivos.

Agora Fábia anda convidando para a sua formatura no próximo ano. Hoje ela atua como interna em hospitais mineiros e tenho muito orgulho desta filha que vai superando inúmeras batalhas ao longo de sua caminhada terrena!

Um comentário:

  1. A primeira batalha que a Fabinha venceu foi escapar de ter uma infecção hospitalar naquele hospital decadente. Tenho horror de lembrar aqueles momentos de angústia que passei, esperando o pior, já que a médica não aparecia, tive que correr as farmácias de plantão atrás de medicação pra vc e a enfermeira parecia uma barata tonta, sozinha para atender a demanda. No fim, deu tudo certo, Graças a Deus! Pena que este ano eu estava em Sampa e não desfrutei do almocinho mineiro, como no ano passado. Mas, me lembrei da Fábia e enviei uma msg a ela.

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