segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

MEU AMIGO TERAPEUTA

Regina, 2010.
Eu o conheci em São Paulo. Ele era o terapeuta de meu orientador. Na época, eu deveria estar escrevendo a tese, já havia trocado de tema mais de uma vez e até de orientador, cumprido os créditos, mas estava bloqueada, sem saber a razão. O tempo estava se esgotando e o Alcides sugeriu que eu fizesse umas sessões com seu psicólogo.

Durante a licença para o doutoramento em literatura brasileira, mudei-me para São Paulo, depois de viajar semanalmente de ônibus, um ano inteiro, para assistir às aulas das disciplinas exigidas. Em Sampa, eu acabei fazendo curso de Reiki, de tarô iniciático, estudava astrologia na Régulus (inclusive, fiz alguns atendimentos num espaço terapêutico), cuidava do namorido, mas da tese não saía nada... Poesia, eu escrevia, às vezes, cheia de culpa!

Luis Vasconcellos, 2009.
Marquei a consulta e gostei muito. De repente, encontrava alguém com quem podia conversar qualquer assunto... Ele me compreendia tanto! Como ele me ajudou a ver coisas que eu não percebia sozinha! Como ele pode me conscientizar de minhas escolhas...

A tese mesmo só saiu muito tempo depois e após inúmeras batalhas perdidas, mas valeu à pena ter conhecido o Luis Alfredo!

Voltei para Goiânia ao final de minha licença, mas a gente nunca mais se separou. Mantemos a sintonia e uma genuína amizade cúmplice...

Sempre que preciso conversar profundamente com alguém, sei a quem procurar!
L. Vasconcellos, 2010.

“Cada um de nós nasce com uma bagagem própria, tendências e potenciais a serem atualizados em vida. Somos como uma semente que carrega em si mesma - potencialmente - as direções do desenvolvimento e crescimento humanos, tanto no geral, quanto no particular. Mas, como sementes em desenvolvimento, nós também somos forçados a uma adaptação ao meio ambiente natural, familiar e cultural.

Esse contato com o meio estabelece quais potencialidades serão mais estimuladas e efetivamente exercidas.
Ou seja, o meio ambiente humano ensina à criança o que é certo e o que é errado; ensina o que deve e o que não deve ser feito, pensado, sentido, observado e assim por diante. Isto cria em todos nós uma fronteira de diferenciação entre o que cada um é - o que cada um deseja ou pretende - e o que de cada um é possível efetivamente ser exercido ou expressado na situação familiar e social, isto é, o que a cultura deseja e ordena”. Luis A. Vasconcellos

Seu blog: http://www.luisvasconcellos.zip.net/


Um comentário:

  1. COMENTÁRIO DO LUIS VASCONCELLOS SOBRE A PSEUDO MUDANÇA DE SIGNO AVENTADA POR CERTO ASTRÔNOMO


    Sobre o comentário divulgado na internet dizendo que teríamos possíveis alterações nos signos, meu amigo terapeuta que realmente compreende astrologia, diz:
    “O zodíaco Tropical não tem nem nunca teve sincronia com o zodíaco das constelações. São dois planos relacionados, porém independentes. Os antigos sabiam muito bem disto.
    Há 3.000 anos aproximadamente, o ponto vernal, o zero grau de áries, o encontro da eclíptica com o equador celeste coincidiu com o zero grau da constelação de áries, completando um ano platônico, ou o ano do zodíaco das eras, que demora 26 mil anos para se completar. Neste sentido é que estamos entrando na era de Aquário. O astrônomo é tão mal informado que nem se deu conta disto. O astrônomo quer aparecer ou atrair a mídia e é ignorante como todo cientista despreparado. Ele acredita que todos os astrônomos/astrólogos antigos (naqueles tempos de universalismo não havia esta diferença) eram ignorantes e mal informados como ele. O zodíaco das eras, que motiva o ano platônico era conhecido desde sempre e os signos zodiacais não têm - nunca tiveram e jamais terão - seus efeitos determinados pelo zodíaco das eras e sim pelos movimentos relativos da Terra e do sol ao longo do ano que, por sinal, estão longe de saírem das órbitas, graças à estabilidade do sistema. Ainda, segundo a sua colocação, de tempos em tempos aparecem estes sujeitos e usam os paradigmas da ciência estabelecida e o púlpito dos que se julgam no direito de pensar por todos decretando de forma autoritária sobre assuntos que nem mesmo conhecem.

    Luis Alfredo Vasconcellos

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